PROPOSTA DE REGULAMENTO
GERAL
01 DOS FILIADOS:
1.1) Da
documentação - As Federações, Ligas e Clubes já filiados, que tenham
sofrido alterações na sua documentação no ano anterior, deverão
atualizar sua documentação junto a CBBol conforme segue:
1.1.1) Até o dia 25 de Janeiro, apresentação dos
documentos, bem como o pagamento da taxa de anuidade, na forma e prazo
estabelecido no regimento de taxas para o ano.
1.1.2) O
não atendimento do prazo acima estabelecido implicará na suspensão
automática das suas atividades e de seus filiados, até a sua regularização;
1.1.3) Os
atletas filiados a de entidades que não cumpram os itens acima, poderão
apresentar pedido de transferência para outra associação sem ônus até
31 de janeiro do mesmo ano.
1.2) Da transferência de atletas - A
transferência de atletas entre Federações poderá ocorrer a qualquer
tempo. A transferência deverá ser solicitada à CBBOL através de
preenchimento de formulário específico pela Federação interessada, que
deverá pagar a taxa correspondente prevista no Regulamento de Taxas da
Confederação. A Federação cedente deverá concordar com a transferência
assinando o formulário e comunicar a situação do atleta sob os aspectos
financeiro, técnico e disciplinar. Nenhum atleta poderá ser transferido
se tiver participado de algum evento oficial pela sua Federação atual
nos últimos 30 dias contados retroativamente da data do pedido, salvo por
motivo de mudança de domicílio. Pendências técnicas, financeiras ou
disciplinares também serão fatores impeditivos para qualquer tipo de
transferência. A informação será prestada pelo Presidente da Federação
de origem do atleta.
1.2.1) São os seguintes os
tipos de transferência previstos:
1.2.1.1)
Mudança comprovada de domicílio, a qual será admitida a qualquer tempo
e considerada transferência normal;
1.2.1.2)
Transferência temporária, considerada assim para atletas que tenham
participado de algum evento oficial pela sua Federação atual no período
compreendido entre 30 e 180 dias contados retroativamente da data do
pedido, inclusive no caso de atletas que tenham se desfiliado de outra
Federação dentro desse prazo;
1.2.1.3)
Transferência normal, para atletas que não tenham participado de eventos
oficiais pela sua Federação de origem nos últimos 180 dias contados
retroativamente da data do pedido;
1.2.1.4)
Refiliação, para atletas inativos há mais de 02 anos; Neste caso não
haverá cobrança de taxa de transferência.
02.
DAS
TAXAS:
2.1) Anuidade
dos clubes ou ligas filiados =
R$ 300,00 (Trezentos Reais), com prazo para pagamento até o dia 25 de
janeiro.
2.2) Anuidade
dos atletas = R$ 60,00 (Sessenta reais), podendo o atleta optar pelo
pagamento em 02 (duas) parcelas com datas de vencimento definidas pela
CBBOL.
2.2.1) 1O.
(primeira) parcela: até a data de sua inscrição no 1o.
(primeiro) evento oficial da CBBOL ou da CBBOL no semestre.
2.2.2) 2O.
(segunda) parcela: até a data de sua inscrição no 1o.
(primeiro) evento oficial da CBBOL ou da CBBOL no 2º semestre.
2.2.3) Ficam
isentos de pagamento da anuidade os atletas filiados ou, que vierem a
filiar-se, com idade de até 18 (dezoito anos) incompletos em 01 de
janeiro.
2.3) Taxas de Transferência de atletas:
A
taxa de transferência de atletas será de R$ 100,00 (Cem Reais) na 1ª.
transferência do ano do atleta. Nas demais transferências esta taxa
sofrera uma majoração de 100% (cem por cento) em relação ao valor da
ultima taxa de transferência paga pelo atleta no mesmo ano.
2.4) Abandono de atletas:
A
Federação que realizar a inscrição do atleta e este vier a abandonar
ou não comparecer ao evento será responsabilizado pelo pagamento de
todos os valores devidos, como se o atleta tivesse jogado o evento
integralmente. Exceto caso a organização seja comunicada com antecedência
mínima de 05 dias da realização do evento.
2.5)
Taxa de Homologação de eventos:
A taxa de
homologação de eventos será de 10% (dez por cento) do valor das inscrições
dos atletas ou R$ 1.000,00 (Mil Reais), o que for maior.
03.
DAS
COMPETIÇÕES OFICIAIS:
3.1) As
competições oficiais da CBBol terão, no mínimo, 21 (Vinte e uma)
partidas por evento, distribuídas em rodadas a critério do Departamento
Técnico da CBBOL e mais as partidas das semifinais e finais, se houverem.
3.2)
Cada evento poderá ser realizado em um ou mais centros de boliche.
3.3)
Caso venha ocorrer impedimento técnico ou financeiro dos estabelecimentos
comerciais ou de ordem natural, para a realização do evento em local já
pré-determinado, o mesmo excepcionalmente, poderá ser transferido para
outro centro de boliche e/ou data, que atenda as características mínimas
exigidas pela CBBOL.
3.4) Nos
eventos por equipes (tercetos, quartetos, quintetos, sextetos, etc.),
admitir-se-á a inscrição de reservas, a serem disciplinadas no
Regulamento do Campeonato.
3.5) Em
todos os eventos oficiais da CBBOL, serão premiados de acordo com o
Regulamento dos próprios eventos.
3.6) Os
Atletas deverão participar das competições oficiais da CBBOL, com
camisas que sejam oficiais de entidades filiadas a mesma (clubes ou federações).
O não cumprimento desta regra implicara na perda de dez (10) pontos por
partida ao atleta faltoso, inclusive para efeito de valores a serem
agregados ao ranking CBBol.
3.7) Tendo
em vista o clima tropical do nosso país, admite-se nos campeonatos da
CBBOL, o uso de bermudas, desde que as mesmas sejam socialmente decentes e
adequadas ao decoro e ética do nosso esporte. Todavia, não será
admitida, a utilização de calção, shorts ou assemelhados.
3.8) Fica
proibida a permanência de pessoas estranhas na área de jogo, mesmo que
sejam parentes ou amigos dos atletas que estejam participando das
disputas. Admite-se apenas a
presença de uma pessoa, na qualidade de técnico, durante as partidas das
finais dos eventos, sejam individuais ou por equipes, desde que a mesma
permaneça sentada na última cadeira da área de descanso do respectivo
atleta/equipe e não prejudique ou interfira no andamento da partida.
3.9) O
posicionamento dos atletas ou das equipes nas pistas deverá seguir o
Regulamento de cada evento.
3.10) A
preparação das pistas e do approach, para cada evento, será feita em
parceria com a equipe de manutenção do centro de boliche e sob a orientação
e supervisão da direção técnica da CBBOL. Com base nas normas da CBBOL
e FIQ e, não será permitido a nenhum atleta usar ou aplicar nas áreas
correspondentes quaisquer produtos que modifique a preparação efetuada.
3.11) A
cada evento da CBBOL, sempre que for necessário por questões omissas no
regulamento especifico ou o deste, o diretor técnico consultará os
presidentes ou seus representantes legais para após consulta decidir
sobre o fato.
3.12) Por ocasião da aprovação do regulamento dos eventos da CBBOL, esta
solicitará aos representantes de federações a indicação de um diretor
disciplinar para o evento. Em havendo necessidades da substituição do
atleta indicado, caberá ao mesmo representante que o indicou, efetuar a
indicação do novo diretor.
3.13) Todos os Campeonatos da
CBBOL serão disputados em divisões a serem determinadas, quer em número
de divisões quer em número de atletas em cada divisão, apos conhecido o
número total de atletas inscritos no mesmo.
3.14) Em nenhuma hipótese
um ou mais atletas de uma determinada divisão poderão atuar em turno
diferente dos demais. Sob pena do resultado do(s) atletas não serem
homologados para efeito de ranking e das partidas em especifico serem
anuladas em termos de campeonato.
04. DA
HOMOLOGAÇÃO DE EVENTOS.
4.1) Só
será homologado o evento que:
4.1.1) Seja organizado e ou supervisionado por entidade filiada a
CBBol há no mínimo 02 anos e seja realizado no próprio estado da
entidade responsável.
4.1.2) Faça parte do calendário definido no final do ano anterior
e que deverá ser parte integrante deste regulamento.
4.1.3) Tenha seu regulamento previamente aprovado pela CBBol e
publicado com uma antecedência mínima de 15 dias da realização evento
4.1.4) Seja aberto a todos os interessados, com criação, se
necessária, de novos turnos, novas divisões, novas datas ou “qualify”,
até que todos os que desejarem possa jogar.
4.1.5) Tenha a Taxa de Homologação prevista no Regulamento de
Taxas, paga pela organização.
4.1.6) Tenha no mínimo um representante da CBBol residente na
sede, presente em todas as fases do evento.
4.1.7) Possua classificação individual distinta entre masculino e
feminino.
4.1.8) Conte com a participação de atletas de pelo menos 03
outras entidades filiadas a CBBol.
4.1.9) Em eventos com 04 dias de duração não utilize mais do que
02 dias úteis em cada período
4.1.10) Que
em cada pista sejam alocados no mínimo dois e no máximo três atletas e
o numero máximo de partidas jogadas por atleta/dia não ultrapasse a oito
(o ideal será sempre seis).
4.1.11) Cuja
realização não coincida com evento CBBol
4.1.12) Conte com a participação mínima
de 08 atletas no feminino e 30 no masculino, devidamente ranqueados.
05. RANKING
CBBOL:
5.1) O Ranking CBBol será fechado logo após o termino de cada evento,
computando-se os resultados do mesmo. O Ranking fechado nas condições
abaixo será publicado no prazo de 10 dias após o término de cada
evento.
5.2)
Todos os eventos que atendam os critérios de homologação valerão para
o ranking;
5.3) O ranking será composto por pontos conforme item 5.7 deste
regulamento, ficando as médias dos atletas do mesmo período como item de
desempate e para definição de divisões nos diversos eventos, a exceção
do Brasileiro individual que possuirá regra própria para esse fim;
5.4) O ranking terá a periodicidade de 52 semanas e serão computados
aos atletas os 02 melhores resultados em campeonatos CBBol
e os 03 melhores resultados em eventos homologados
5.5) Só serão computados para o ranking os resultados obtidos com um mínimo
de 20 partidas efetivamente jogadas por evento
5.6) Só poderão ser considerados para o ranking, eventos que façam
parte do calendário da CBBol, e que tenham sido relacionados neste
regulamento.
5.7) O calculo da pontuação para o ranking seguira os critérios:
5.7.1)
A posição básica será sempre a primeira colocação que terá o valor
de 100 (cem pontos).
5.7.2)
Nos eventos, para os atletas masculinos, à pontuação básica será
somado 01 ponto por atleta participante do evento e colocado até a 24a
posição no ranking anterior e 0,5 pontos por atleta colocado entre 25a
a 48a posição. A pontuação máxima será de 136 pontos
5.7.3) Nos eventos, para atletas femininas, à pontuação básica será
somado 01 ponto por atleta participante do evento e colocado até a 15a
posição no ranking anterior. 0,5 pontos por atleta colocado da 16a
a 30a posição. A pontuação máxima será de 122.5 pontos
5.7.4) Estabelecido o ponto básico do evento, os demais atletas
participantes recebem pontos pela diferença de média em comparação a
media atleta do “Ponto Base”, à razão de um ponto para cada ponto a
menor;
Ex. Média da “Posição Base”: 180,00; pontos da “Posição
Base”: 126;
Atleta com média igual a 179,00; pontos a receber: 125;
Atleta com média igual a 177,50; pontos a receber: 123.5;
5.7.5) A
pontuação mínima a ser obtida por um atleta será de 50 pontos.
5.7.6)
Serão computados somente os resultados dos atletas que, filiados a CBBOL,
que estejam em ordem com suas obrigações junto a CBBOL, quer documental,
disciplinar e financeira.
Notas:
Quando um atleta chegar atrasado e perder apenas parte de uma partida, sua
média para cálculo do ranking será a da competição, inclusive com a
partida jogada parcialmente. Caso o atleta perca uma partida inteira (ou
mais), valerão os pontos das partidas jogadas.
06 CALENDÁRIO
6.1)
Campeonatos Nacionais. Eventos diretamente organizados pela CBBol.
6.1.1)
As datas de eventos CBBol são fixas (tabela abaixo) e as respectivas
sedes têm caráter rotativo não podendo, salvo aprovação da assembléia,
serem repetidas de um ano para o ano seguinte. Assim, o evento realizado
em determinada sede só poderá voltar à mesma após três anos. A fim de
adequar o calendário nacional ao internacional as datas abaixo poderão
sofrer alterações desde que não afetem a rotatividade de sedes.
6.1.2) Os
regulamentos de eventos CBBol, serão parte integrante deste regulamento e
só poderão sofrer alterações na edição do ano seguinte ou em caso de
força maior com aprovação da AG.
6.1.2)
Tabela:
|
EVENTO
|
PERIODO
|
SEDE
|
|
Brasileiro
de Clubes
|
Feriado
da Páscoa
|
RJ
|
|
Brasileiro
de Duplas
|
Feriado
do Dia do Trabalho – 1o. de Maio
|
BA
|
|
Brasileiro
Individual
|
Feriado
da Independ. Do Brasil – 07 de Setembro
|
MG
|
|
Brasileiro
de Seleções
|
Feriado
da Proclam. Da Republica - 15 de Novembro
|
SP
|
6.2)
– Eventos Homologados. Eventos organizados por entidades filiadas a
CBBol
6.2.1)
Nenhuma entidade poderá reivindicar homologação de mais de um evento em
período que abranja feriado nacional.
6.2.2)
A entidade que não realizar ou cancelar a homologação de um evento, só
poderá voltar a ter evento homologado pela CBBol mediante aprovação
previa da AG. A reincidência desta falta no prazo de três anos,
suspendera a homologação de eventos da entidade pelo mesmo período.
6.2.3)
As federações que desejarem realizar eventos homologados, deverão
comunicar à CBBOl até o dia 10 de Dezembro do ano anterior, para que
possam fazer parte do calendário que deverá ser divulgado até o dia 31
de Dezembro.
07. DAS
DELEGAÇÕES BRASILEIRAS:
7.1) Da formação
de Seleções Nacional.
7.1.1) Os
atletas que comporão qualquer delegação nacional serão selecionados
mediante eliminatória, por pontos a exemplo do ranking CBBOl,
composta pelos 03 (três) melhores resultados nos últimos 05
(cinco) eventos computados no ranking CBBol, imediatamente anteriores a 40
dias da data limite para inscrição dos atletas junto à organização do
evento. Para efeito de seletiva, só serão considerados os eventos CBBol
e as quatro principais taças homologadas, ou seja: Taça SP; Taça Rio;
Taça BH; Taça Bahia; Brás. Clubes; Brás. Duplas; Brás. Individual; e
Brás. De Seleções.
7.1.2) O prazo
para confirmação de participação dos atletas no selecionado nacional
será o correspondente a 05 dias a partir da data de encerramento do
ultimo evento valido para a eliminatória. Devendo tal confirmação ser
feita por escrito e com anuência da federação à qual o atleta esteja
filiado.
7.1.3) A ausência
de confirmação no prazo estipulado no item anterior acarretará a
eliminação do mesmo e a convocação dos 05 atletas seguintes na
classificação da eliminatória descrita no item 7.1.1, sendo que a vaga
será preenchida pelo atleta que primeiro confirmar a sua participação.
Toda a comunicação a que se refere este item deverá se dar
obrigatoriamente por e-mail ou carta expressa.
7.1.4) Na
eventualidade de desistência injustificada de determinado atleta que
tenha confirmado sua participação no selecionado nacional, este terá
sua participação automaticamente vetada na formação do selecionado
seguinte. Ressalvando-se todos os direitos de defesa do atleta.
7.2) Dos
Delegados e Técnicos.
7.2.1)
Quando
ausente o presidente da CBBol nomeará um delegado que será a autoridade
máxima da delegação e que terá as seguintes responsabilidades:
7.2.1.1)
Estar presente ás cerimônias de abertura, encerramento e premiação,
bem como, quando houver, em assembléias e ao congresso técnico.
7.2.1.2) Receber e pagar valores
devidos.
7.2.1.3) Comunicar aos atletas e
técnico e fazer cumprir os horários do evento.
7.2.1.4) Ser
o elo entre os demais elementos da delegação e as autoridades do evento.
7.2.1.5)
Assessorar o técnico e os atletas da delegação durante a competição
quer dirimindo duvidas quanto ao regulamento, quer acompanhando e
fiscalizando os resultados.
7.2.1.6)
Fiscalizar e fazer cumprir o Código Disciplinar e as demais normas da FIQ
e da CBBOL expressas neste documento e nos Estatutos
7.2.1.7)
Elaborar e encaminhar as federações filiadas e a presidência da CBBol,
no prazo de dez dias a contar da data do termino do evento, relatório
admistrativo, financeiro e disciplinar. Em havendo ocorrências de ordem
disciplinar, facultar aos envolvidos o direito de defesa que deverá ser
parte integrante do relatório. O não cumprimento de qualquer aspecto
deste item por parte do delegado, vetará automaticamente a sua nomeação
para qualquer outra delegação nacional pelo prazo de 02 (dois) anos,
mesmo que este seja o próprio presidente da entidade.
7.2.1.8)
Quando não for possível ser nomeado um delegado para o cargo, as atribuições
do mesmo deverão ser feitas pelo diretor técnico e na ausência deste
por um atleta previamente nomeado para esta função, ficando o mesmo
dispensado da obrigatoriedade do cumprimento do item 7.2.1.4.
7.2.2)
Quando ausente ou quando integrar a delegação como atleta, o diretor técnico
da CBBol nomeará um técnico que terá as seguintes funções:
7.2.2.1)
Estar presente ás cerimônias de abertura, encerramento, premiação e ao
congresso técnico quando houver.
7.2.2.2)
Substituir e auxiliar ao delegado quando por este solicitado, desde que não
interfira em suas atribuições básicas constantes deste regulamento.
7.2.2.3)
Acompanhar e orientar os atletas durante os treinos e a competição,
podendo inclusive marcar treino obrigatório para os mesmo quando julgar
necessário.
7.2.2.4)
Fiscalizar o cumprimento dos horários da competição e das diversas
atividades as quais estejam os atletas obrigados bem como a utilização
do uniforme dos mesmos.
7.2.2.5)
Orientar e auxiliar os atletas quanto à utilização e manutenção do
equipamento de jogo.
7.2.2.6)
Estabelecer em conjunto com o delegado, os horários dos atletas quanto a
apresentação no boliche, hotel e aeroporto, ficando o mesmo também
sujeito aos mesmos horários.
7.2.2.7)
Procurar absorver a maior quantidade possível de informações técnicas
junto a técnicos de outras delegações e de se interar de toda e
qualquer alteração oficial acerca de normas oficiais de entidades
superiores.
7.2.2.8)
Elaborar relatório técnico, com resultados oficiais, análise de
desempenho dos atletas, e observações gerais do evento. Este relatório
deverá possuir o ciente de todos os atletas e ser entregue ao diretor técnico
da CBBol e as Federações filiadas no prazo máximo de dez dias a contar
do encerramento do evento. O não cumprimento de qualquer aspecto deste
item por parte do delegado, vetará automaticamente a sua participação
como técnico em qualquer outra delegação nacional pelo prazo de 02
(dois) anos, mesmo que este seja o próprio diretor técnico da entidade.
7.2.2.9)
Quando não for possível ser nomeado um técnico para acompanhar a delegação,
as atribuições do mesmo deverão ser feitas pelo delegado e na ausência
deste por um atleta previamente nomeado para esta função, ficando o
mesmo neste caso liberado da função durante a sua atuação como atleta.
7.3) Regras
Gerais.
7.3.1) Todos
os membros de uma delegação nacional ficam sujeitos ás regras
estabelecidas neste regulamento pelo prazo em que a delegação se
encontrar reunida. Considera-se com período de reunião da delegação o
tempo decorrido entre o embarque da mesma no Brasil e o horário
estabelecido para retorno.
7.3.2) A CBBol
só custeará as despesas de técnico e delegado, se também o estiver
fazendo para os atletas, e em proporções iguais. Excetuando-se as
equipes formadas exclusivamente por atletas juvenis, quando por razões lógicas
se faz recomendado ter uma pessoa maior de idade acompanhando a delegação.
7.3.3) Todos
integrantes de uma delegação se hospedarão no mesmo estabelecimento, e
que deverá ser previamente aprovado pelas diretorias: financeira, técnica
e do delegado nomeado.
Observado
o item 7.3.4 deste regulamento e a critério do delegado, o
estabelecimento de hospedagem poderá ser alterado após a chegada da
delegação ao local do evento.
7.3.4) Nenhuma
despesa extra será reembolsada sem aprovação do conselho fiscal. Para
tanto deverá ser encaminhado ao CF, relatório esclarecendo os motivos
das mesmas e os respectivos comprovantes. O conselho fiscal terá o prazo
de dez dias a contar do recebimento do relatório e comprovantes, para se
manifestar sob pena de aprovação tácita.
7.3.5) Durante
todo o período em que a delegação estiver reunida, será vetada a
permanecia de qualquer de seus membros em estabelecimentos de vicio como
bares, boates, cassinos etc. no período compreendido entre as 23hs e o
final das competições do dia seguinte.
No
Caso de atletas juvenis tal proibição abranjerá todo período em que o
atleta estiver integrando a delegação.
7.3.6) Em
nenhuma hipótese a alegação de estar bancando suas despesas, justificará
ou isentará de responsabilidade ou da devida punição, qualquer membro
de delegação nacional quando do não cumprimento de qualquer regra
estabelecida por este regulamento. Da mesma forma não será admitida
ignorância das regras como justificativa.
08.
CONSELHO
DE JUSTIÇA DESPORTIVA
8.1) Em
virtude da inviabilidade da CBBol em formar o Tribunal de Justiça
Desportiva próprio, fica criado o Conselho de Justiça Desportiva que
deverá suprir a ausência do TJD até que a CBBol venha a viabilizá-lo.
8.2) CJD será
formado por 05 (cinco) elementos, a saber:
-
O diretor Jurídico da CBBol, que atuará como presidente do CJD;
-
O Presidente da CBBol, que atuará como relator;
-
03 (três) Federações com direito a voto serão indicadas caso a caso
pela presidência que excluirá dessa indicação as Federações dos
envolvidos no caso em julgamento e os Presidentes dessas Federações
indicarão quem as representarão no julgamento especifico.
8.3) Devido à
dificuldade de reunião dos seus membros, o CJD deverá basicamente
efetuar seus julgamentos baseada na documentação existente e mediante
declarações formais a serem solicitadas pelo relator que, de posse de
toda documentação montará o processo anexando seu parecer e o
encaminhará para votação após aprovação da presidência do CJD. Os
votos dos demais membros serão encaminhados simultaneamente via e-mail ao
relator, aos demais membros e ao Presidente do CJD que dará a sentença
final informará aos envolvidos e a fará publica.
8.4) Os
envolvidos em qualquer processo julgado pelo CJD poderão a seu critério
apelar junto a AG, da sentença proferida. A AG então julgará tal
recurso no primeiro evento nacional posterior ao protocolo da mesma e não
caberá nenhum recurso da decisão da mesma.
09 REGRAS PARA OS EVENTOS CBBOL
9.1) Campeonato Brasileiro de Clubes.
1.
A competição será
disputada em duas ou mais divisões, além da Taça Brasil de Clubes, a
qual terá cada equipe composta por 03 atletas;
2.
Os clubes serão
representados no Campeonato Brasileiro adulto por
equipes mistas de 04 homens e 02 mulheres;
3.
O número de clubes em cada
divisão dependerá da disponibilidade de pistas no boliche onde for
realizada a competição e da análise técnica a ser realizada pela CBBOL.
O número base para a primeira divisão será de 12 a
16. Caso haja disponibilidade de mais pistas e interesse da CBBOL, os
demais clubes serão convidados pela ordem a participar desta divisão,
mas poderão recusar o convite e permanecer nas divisões inferiores;
4.
No Campeonato Brasileiro
adulto, as fases serão: individual, duplas (masculinas e femininas),
tercetos mistos e times (sextetos). Na Taça Brasil de Clubes, as fases
serão individual, duplas e tercetos (12 linhas);
5.
Caso haja inscrições
suficientes (pelo menos quatro), será incluída na programação o
Campeonato Brasileiro de Clubes juvenis, com equipes formadas por dois
homens e uma mulher, jogando individual masculino (seis linhas),
individual feminino (12 linhas), duplas masculinas (6 linhas) e times (12
linhas);
6.
Os clubes têm que informar
seus atletas para a CBBOL
até 30 dias antes do
evento;
7.
A decisão da divisão em que
jogará um clube é da CBBOL,
em função da análise da posição relativa ponderada por número de
linhas que cada atleta componente ocupar no ranking brasileiro 30 dias
antes do evento, em comparação com a posição dos atletas de todos os
outros clubes inscritos para a disputa do evento. Serão considerados os
quatro melhores atletas da equipe (masculinos ou femininos), para efeito
dessa análise;
8.
Depois de informados os
atletas que compõem a equipe, um clube só poderá mudá-los por motivos
justificados e com autorização formal da CBBOL.
Sem essas condições, o clube não jogará a competição, mesmo
que compareça ao local da mesma na data marcada;
9.
Na 1ª divisão será obrigatória
a participação de
clubes que representem
pelo menos 4 estados dentre os filiados
à CBBOL. Caso isso não
ocorra após a aplicação das regras
acima, serão chamados pela ordem quantos clubes de 2ª divisão
forem necessários, dentre os
que representem estados diferentes dos
clubes já participantes da categoria, saindo os últimos da 1ª
divisão, até que se consiga a composição necessária;
10.
Nas demais divisões e
categorias e na Taça Brasil de Clubes, no caso de disponibilidade de
pistas e ausência de novos clubes, será admitida a participação de
outras equipes de clubes já participantes;
11.
Um clube não pode participar
da Taça Brasil de Clubes nas categorias masculina e feminina
simultaneamente, a não ser que esteja também disputando o Campeonato
Brasileiro de Clubes, salvo se não houver mais vagas no Brasileiro;
12.
Durante o Campeonato, a
disposição dos
clubes por
turno e pista obedecerá
a classificação por pontos ganhos
até a etapa anterior (desempate por pino derrubado), à exceção do
primeiro dia, no qual se levará em conta a classificação dos seus
atletas no ranking brasileiro ou a conveniência da organização;
13.
Cada
fase será disputada em seis partidas, com três atletas por pista.
Na fase individual, deverão ser escalados pela organização até dois
atletas de um mesmo Clube em um mesmo par de pistas. Na fase de duplas, um
par de pistas deverá ter três duplas de Clubes diferentes, se possível.
Na fase de tercetos mistos, dois tercetos de Clubes diferentes no par. Na
fase de sextetos, cada Clube ocupará um par de pistas. Na Taça Brasil e
nos juvenis, as equipes jogarão sempre juntas na mesma pista;
14.
Na Taça Brasil e no
Campeonato Brasileiro de Clubes juvenis, não haverá pontuação para o
all-events de Clubes;
15.
Desempates na pontuação
final serão resolvidos pelas melhores colocações dos empatados
sucessivamente no all-events de Clubes, na fase de times, na de tercetos
mistos, na de duplas e no individual;
16.
Serão premiados os
vencedores de cada fase até o 3º lugar. Os vencedores do all-events
(masculino e feminino) serão premiados até o 5º lugar. Os atletas de
cada competição que fizerem as melhores partidas e séries também
receberão medalhas;
17.
Nenhum atleta poderá jogar
em duas divisões ou categorias distintas do evento.
9.2 Campeonato Brasileiro Individual
1.
Serão
realizadas tantas divisões quantas forem
necessárias em cada categoria (masculino e feminino), cada uma com
24 jogadores, até completar o número de atletas interessados;
2.
A
regra acima poderá ser quebrada no caso de absoluta necessidade da
organização, para as últimas divisões (que incluirão os atletas
novos, que não figuram no ranking), ou para as divisões especiais
(juvenil, sênior, etc.). Em nenhuma hipótese as primeiras divisões
poderão ter um número diferente de 24 jogadores;
3.
A
idade para as divisões juvenil e sênior obedecerá as regras FIQ na
ocasião, sendo que no momento, são considerados juvenis os que tenham 22
anos ou menos no dia 1º de janeiro do ano do evento, e seniores os que
tenham 50 anos ou mais também no dia 1º de janeiro do ano do evento, à
exceção do Torneio das Américas, que considera seniores os que tenham
completado 50 anos até um dia antes do início do evento;
4.
Atletas
classificados originalmente para uma divisão não podem jogar em
divisões inferiores;
5.
Em
todas as divisões de 24 atletas haverá duas vagas técnicas e o total de
atletas será
completado por
convites seguindo
a ordem do ranking, começando-se do atleta nº 1 (no caso das
primeiras divisões) ou do atleta seguinte ao último que
participou da divisão anterior;
6.
Nas
divisões com mais de 24 atletas, o número de vagas técnicas será de
03;
7.
Na
1ª e 2ª divisões masculinas
e na 1ª divisão
feminina, o sistema será Round-robin com
linhas de posição.
Haverá final entre os três primeiros colocados com bônus (Petersen). Na
disputa entre o 2º e o 3º colocado, o empate beneficiará o 2º. Nas
finais, se o top-seed ganhar ou empatar a primeira partida, será
declarado campeão. Se perder,
haverá outra partida começando de zero, com o empate ainda beneficiando
o top-seed. Essa segunda partida será iniciada pelo jogador que jogou em
segundo lugar na primeira;
8.
Por
analogia às orientações da FIQ para os mundiais, atletas de um mesmo
estado deverão se enfrentar nas primeiras partidas. Assim, o número dos
competidores para confecção da tabela será atribuído pela organização,
sempre que possível;
9.
Nas
demais divisões que tenham 24
atletas (ou menos), o sistema poderá ser
all-events de
24 partidas, com ou sem
finais;
10.
Nas divisões com mais de 24
atletas o sistema será all-events de 24 linhas, com ou sem finais;
11.
Em caso de empates na
classificação após as 24 linhas
de Round-robin, prevalecerão as
médias sem bônus. Permanecendo o empate, valerão as melhores
partidas dentre os empatados. Este segundo critério será usado para
desempatar nas divisões que não forem disputadas no sistema Round-robin;
12.
Se um atleta jogar em duas
divisões de um mesmo evento, seu resultado,
para efeito de
ranking, será o da competição que disputar primeiro;
13.
Um
atleta que esteja classificado para disputar a primeira divisão adulta e
que tenha condições de jogar também a divisão juvenil ou a sênior,
somente poderá participar dessas outras divisões se as mesmas foram
disputadas depois da competição adulta. Caso contrário terá que optar
por uma das duas competições;
14.
Serão premiados os três
primeiros colocados em cada divisão, além das melhores partidas e séries.
9.3
Campeonato Brasileiro de Seleções
a) Será disputado em duas
modalidades (desde que haja inscrições suficientes): Seleções
Masculinas adultas, Seleções Femininas adultas;
b) Também será
disputada, paralelamente, a Taça Brasil de Equipes, as quais poderão
inclusive ser formadas por atletas de Federações diferentes e até mesmo
por jogadores avulsos;
c) As seleções
principais (masculinas e femininas) serão formadas por seis atletas cada
e jogam individual, duplas, tercetos e quintetos; As equipes da taça
Brasil poderão ser formadas por seis atletas masculinos ou duas atletas
femininas e quatro atletas masculinos e disputarão o evento nos mesmos
moldes das seleções estaduais.
d) Na fase de
quintetos das seleções principais e da Taça Brasil , não será
descartada por partida,
os pior resultado dentre os seis jogadores de cada equipe;
f)
Um
estado só poderá jogar a Taça Brasil se também participar do
Campeonato Brasileiro de Seleções Masculinas. As exceções serão: o
caso em que um estado novo seja convidado pela CBBOL para participar
somente da Taça Brasil, em função de indisponibilidade de pistas no
Brasileiro de Seleções;
g)
Patrocínios individuais de atletas somente serão
permitidos se não descaracterizarem o uniforme, a critério do Diretor Técnico;
h)
Cada fase será
disputada em seis partidas, com três atletas por pista. Na fase
individual, deverão ser escalados pela organização até dois atletas de
uma mesma Federação em um mesmo par de pistas. Na fase de duplas, um par
de pistas deverá ter três duplas de estados diferentes, se possível. Na
fase de tercetos, dois tercetos de estados diferentes no par. Na fase de
quintetos, cada Federação ocupará um par de pistas. Nas competições
de equipes de três atletas, cada equipe ocupará uma pista;
i)
Em cada fase será declarado um campeão, e premiados os
classificados até o 3º lugar;
j)
Em cada competição também
serão premiados os atletas que fizerem as melhores partidas e as melhores
séries, além da premiação dos cinco
melhores do all-events;
k)
Será declarada campeã a
Federação que, em cada competição conseguir o maior número de pontos
ganhos segundo a tabela abaixo. As, três primeiras colocadas receberão
premiação;
l)
Substituições de atletas deverão seguir a regra 402 da
FIQ;
m)
Para
efeito de premiação, os desempates em cada fase serão resolvidos pelas
melhores partidas dos empatados dentro da fase
em causa. Para
efeito de pontuação, os empatados dividirão os pontos previstos na
tabela. Eventuais empates na pontuação final por Federação serão
resolvidos pela classificação dos empatados na fase de quintetos;
n)
nenhum atleta poderá jogar em duas divisões ou categorias
distintas do evento;
o)
Será a seguinte a tabela de
pontuação dos diversos eventos (o all-events é individual):
Regulamento aprovado em A.G.O. de __ de __________ de
2006.
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