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REGIMENTO
GERAL
N O R M A B O L
2 0 0 1
(Atualizada
e aprovada em Dezembro de 2000)
ÍNDICE
TÍTULO I -
APRESENTAÇÃO
TÍTULO II -
FUNCIONAMENTO DA CBBOL
Capítulo 1. Organização......................................03
Capítulo 2. Aspectos financeiros..........................04
TÍTULO III -
FUNCIONAMENTO DO BOLICHE
Capítulo 1. Autoridades de uma competição.......05
Capítulo 2. Determinações da FIQ e COB..........07
Capítulo 3. Eventos............................................08
Capítulo 4. Homologação de eventos..................09
Capítulo 5. Condicionamento de pistas..............10
Capítulo 6. Pesagem de bolas.............................10
Capítulo 7. Uso do par de pistas reserva.............10
Capítulo 8. Ranking brasileiro...........................11
Capítulo 9. Transferências.................................13
Capítulo 10. Jogador e Clube Avulsos..................13
Capítulo 11. Código disciplinar.......................... 14
TÍTULO IV -
REGRAS PARA OS EVENTOS CBBOL
Capítulo 1. Campeonato Brasileiro de Clubes.....16
Capítulo 2. Campeonato Brasileiro Individual.....17
Capítulo 3. Campeonato Brasileiro de Seleções...18
TÍTULO V -
ANEXOS
Capítulo 1. Organização administrativa atual.......19
Capítulo 2. Calendário para 2001.........................20
Capítulo 3. Convocações para 2001......................21
Capítulo 4. Regulamento de Taxas para 2001.......21
TÍTULO
I - APRESENTAÇÃO
a) A direção da CBBOL será exercida pelo
Presidente e pelo Vice-presidente eleitos em Assembléia Geral, e pela
Diretoria indicada e composta da Secretaria Geral e dos Diretores Jurídico,
Técnico, e de Comunicação e Marketing, todos com mandato de quatro
anos;
b) São fundadoras da
CBBOL as Federações
do Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso
do Sul, Pará, Mato Grosso e Bahia, que assinaram a
Ata da
Assembléia de fundação. Os estados de Goiás, Rio
Grande do Sul e Paraná estiveram também presentes na Assembléia,
na qualidade de ouvintes;
c) A bandeira da CBBOL é de cor azul,
amarela e branca, tendo sobre o fundo a marca da Confederação, que é
composta do logotipo CBBOL
em amarelo, sobre uma bola de boliche, envolta
por contorno azul;
d) O boliche no Brasil será regido por
estas normas, pelo Estatuto aprovado e pelas Leis das Entidades
superiores;
e) Para
efeito deste documento, considera-se “evento da CBBOL” os Campeonatos
Brasileiros ou outros eventos que sejam organizados diretamente pela
Entidade.
TÍTULO
II - FUNCIONAMENTO DA CBBOL
CAPÍTULO
1. ORGANIZAÇÃO
a) Para que um estado funde e
regularize sua Federação
junto à CBBOL, é necessário:
- realizar Assembléia Geral convocada pelo Presidente
da Comissão de Fundação,
com a presença mínima de 3 clubes oficialmente
existentes;
-
a Assembléia Geral tem que ser convocada por Edital publicado em jornal
ou Diário Oficial;
- na Assembléia Geral, aprova-se a fundação da Federação e seu
Estatuto, e elege-se uma Diretoria. Também
se homologa
os nomes indicados pelo Presidente eleito para o Conselho
Fiscal e Tribunal de Justiça Desportiva;
- o Estatuto e a Ata de Fundação deverão ser levados a
registro no Cartório responsável da cidade onde foi fundada a
nova entidade;
-
após a fundação, os responsáveis pela nova Federação deverão
procurar orientação no sentido de cadastrar-se no Ministério da Fazenda
(CGC) e regularizar-se perante os órgãos fazendários estaduais e
municipais;
- o Presidente eleito envia à
CBBOL solicitação de filiação,
requerendo que o pedido seja submetido à aprovação da Assembléia Geral
da CBBOL. Acompanham a solicitação cópias autenticadas do Estatuto e da
Ata de Fundação (que traz os nomes
da Diretoria eleita e dos membros dos
demais Poderes, com
seus respectivos mandatos), ambos devidamente registrados em Cartório e
declaração de que reconhece a CBBOL como única Entidade dirigente do
esporte Boliche a nível nacional.
b) Com relação às orientações acima, são
válidas as seguintes observações:
- as Federações fundadoras da CBBOL estão
automaticamente filiadas;
- antes de fundar uma Federação é
obviamente necessário que se verifique a existência de alguma entidade
superior responsável pelo desporto no Estado;
- é aconselhável que uma minuta do
Estatuto seja enviada antecipadamente para a CBBOL para análise e aprovação
prévia, o que ajudaria a
evitar problemas futuros;
- Federações
ecléticas podem ser filiadas à
CBBOL. Da mesma forma,
clubes interessados podem filiar-se a uma
Federação eclética já existente no estado, como alternativa à
fundação de uma Federação específica, e fazer com que essa
Federação eclética solicite sua filiação à
CBBOL nos moldes aqui descritos;
- clubes de um município ou de municípios
limítrofes podem organizar-se em ligas regionais, podendo realizar
competições próprias e participar das competições das Federações às
quais estejam vinculadas;
- alteração de Estatuto ou eleição de
nova Diretoria devem ser formalmente informadas à CBBOL, para os devidos
registros;
- informações mais detalhadas podem ser
conseguidas com o Departamento
Jurídico da CBBOL.
c) O relacionamento formal da CBBOL com as
Federações será feito com
os Presidentes das mesmas ou com representantes
oficialmente indicados por estes. Caso a CBBOL considere que o
Presidente (ou o representante por ele indicado) não está cumprindo o
papel de interlocutor de forma eficaz, poderá
nomear outra pessoa do
estado para assumir esta função perante a
Federação local, seus Clubes e seus atletas;
d) Poderá haver reuniões em todos os
eventos do calendário oficial, presididas
pela autoridade máxima presente,
desde que solicitada a qualquer tempo por qualquer Presidente de Federação
ou pela própria CBBOL. Delas só poderão
participar os
Presidentes das Federações ou seus representantes
oficiais, e Diretores da CBBOL
eventualmente presentes
no evento. Qualquer outra pessoa só poderá participar se
convidado oficialmente
pelo presidente da reunião;
e) Em todo evento da CBBOL, cada Federação
presente deverá apresentar um
representante através
de simples
credenciamento. Quando houver
apenas um atleta de determinado estado
presente na competição, o mesmo deverá ser no mínimo comunicado
das decisões da reunião, caso não participe;
f) A Federação que não esteja
regularmente registrada na Confederação não pode participar dos eventos
homologados, a não ser em caso de convite especial. Nenhum atleta poderá
jogar qualquer competição homologada pela CBBOL se não estiver
registrado na Entidade ou se sua Federação estiver em débito, mesmo no
caso de atletas avulsos (vide Título III, Capítulo 10);
g) O atleta, servidor público civil ou
militar, da Administração Pública
direta, indireta,
autárquica ou
fundacional, terá computado como
efetivo exercício o tempo em
que estiver convocado para integrar
representação nacional em treinamento ou em competição
desportiva no país ou no
exterior, aplicando-se a dispensa também aos
profissionais especializados e
dirigentes integrantes
das delegações e sendo
expedida a dispensa pela Confederação
ou pelo Comitê
Olímpico Brasileiro,
estipulando o tempo de convocação. Os estabelecimentos de ensino definirão
normas para dispensa de seus alunos (Lei Pelé - 9.615/98);
h) As delegações brasileiras para eventos
internacionais deverão ter um Chefe de Delegação (que cuide dos
aspectos legais e representativos junto à organização do evento e aos
organismos internacionais) e um administrador (que cuide dos aspectos
operacionais de viagem, hospedagem, alimentação, uniformes, horários,
transporte, resultados, etc.), além dos atletas e técnicos. As
disponibilidades financeiras definirão quantos serão os membros da
delegação e quem exercerá cada papel (inclusive o de técnico). Os
membros da delegação que não sejam atletas receberão, sempre que possível,
uma ajuda de custo para despesas extras, calculada em função do país da
competição e do tamanho da delegação;
i) A CBBOL manterá constante fluxo de
comunicação com as Federações
Estaduais, com as Entidades Internacionais e com os Poderes constituídos
na área desportiva;
j) Será encaminhado um boletim informativo a
todas as Federações e, se
possível, diretamente a todos os atletas cadastrados, sempre que houver
notícias gerais a veicular. A página da CBBOL será sempre usada para
veicular as informações oficiais da Entidade;
k) Qualquer regra ou norma estabelecida e
em vigor só poderá ser
alterada para o mesmo ano mediante unanimidade das Federações, a
qualquer tempo;
l) As regras específicas para cada ano serão
divulgadas até
dezembro do ano anterior;
m) Também serão divulgados, no final de
cada ano, os critérios a
serem utilizados para as convocações de atletas
para eventos nacionais
e internacionais do ano seguinte, caso
sejam diferentes da
regra definida para o ano em curso;
n) A CBBOL oferecerá anualmente o troféu
“Fernando Rezende” aos atletas (masculino e feminino) que terminarem o
ano em primeiro lugar no ranking nacional adulto;
o) A CBBOL manterá os seguintes arquivos:
ranking, médias e
resultados, dados cadastrais dos
atletas, registros, contabilidade e recordes brasileiros.
CAPÍTULO 2.
ASPECTOS FINANCEIROS
a) Todas as despesas da CBBOL deverão ser
cobertas pelas
receitas, por menores que sejam;
b) As RECEITAS são:
- verbas oficiais;
- anuidades de Federações;
- semestralidades dos atletas;
- taxas de inscrição dos atletas nos
eventos da CBBOL;
- taxa de homologação, nos demais
eventos;
- eventuais patrocínios negociados pela
CBBOL;
- receitas financeiras;
- receitas de promoções especiais;
- taxas de serviços especificadas no
regulamento de taxas;
- taxas de transferências e multas;
- outras receitas.
c) As DESPESAS são:
- aluguel de pistas para eventos da
CBBOL;
- compra de premiações;
- taxas e contribuições oficiais a
Entidades nacionais e
internacionais;
- despesas operacionais (telefone, fax,
correios, aluguel, serviços de
secretaria, administrativos e técnicos, etc.);
. despesas de expediente (material de consumo, xerox, formulários,
etc.);
. ressarcimento de despesas da Diretoria realizadas em serviços
para a CBBOL;
- organização de eventos oficiais da
CBBOL;
. inscrição de equipes e atletas em eventos oficiais
internacionais;
. taxa de inscrição dos membros da Diretoria nos eventos
oficiais homologados;
- uniformes para delegações brasileiras;
- despesas de viagem de delegações e/ou
representações brasileiras em eventos internacionais (atletas,
delegados, técnicos, etc.);
- eventual evento de confraternização
anual (por exemplo, na
abertura da Taça São Paulo);
- outras despesas eventuais.
d)Toda Federação deverá pagar sua taxa
anual e os atletas sua semestralidade, para que possam competir nos
eventos oficiais. As Federações poderão fazê-lo em duas vezes (no
Campeonato Brasileiro de Clubes e no Campeonato Brasileiro Individual).
Quanto aos atletas, serão cadastrados uma única vez, e estarão
comprometidos com as semestralidades sempre que participarem de qualquer
evento homologado pela CBBOL durante o ano, de acordo com a seguinte
regra:
- para jogar um evento, o atleta deverá
estar em dia com a sua semestralidade;
- a semestralidade será sempre devida,
independente do mês em que o atleta esteja jogando;
- as semestralidades dos atletas avulsos
serão diferenciadas, segundo o Regulamento de Taxas;
- caso um
atleta jogue uma Taça Estadual ou competição semelhante e não pague
sua semestralidade devida, não terá reconhecidos seus eventuais
resultados, não constará do ranking brasileiro e ficará impedido de
participar de qualquer outro evento oficial até que salde seu débito, de
acordo com o Regulamento de Taxas. Os nomes dos devedores serão
divulgados em Nota Oficial
no Boletim da CBBOL. Esta regra é válida somente para atletas do estado
anfitrião e deverá ser considerada como exceção, pois as Federações
anfitriãs deverão fazer esforços no sentido de convencer todos os seus
atletas a pagarem a semestralidade. Para os atletas dos demais estados não
será permitido jogar sem pagar a taxa;
- caso o
atleta salde seu débito no futuro, voltará a ter todos os direitos, mas
não recuperará os pontos obtidos no evento jogado em que não pagou a
taxa.
e) Somente atletas cadastrados poderão
figurar no ranking nacional;
f) É de
responsabilidade das Federações a cobrança, o recebimento e o repasse
à CBBOL de todos os valores relativos aos seus atletas. Nas Taças
Estaduais e nos Campeonatos Brasileiros que tiverem a organização
contratada junto a uma Federação, esta regra se aplica à Federação
anfitriã, com relação às inscrições;
g) Uma
Federação que aceite inscrições, em evento que esteja organizando, de
atletas que estejam impedidos de participar por estarem inadimplentes com
a CBBOL ou por serem filiados a Federações inadimplentes, passará a ser
a responsável pela dívida daqueles atletas / Federações;
h) As despesas de viagens internacionais
para atletas serão condicionadas
à disponibilidade de
recursos e ao evento em
si, não sendo garantido pela CBBOL
este tipo de ajuda, pelo menos em
sua totalidade;
i) A CBBOL prestará contas periodicamente
a todas as Federações e ao Conselho Fiscal, das receitas e despesas que
realizar, através da entrega de balancetes. Os documentos comprobatórios
ficarão à disposição dos interessados;
j) O Regulamento de Taxas da CBBOL pode
sofrer alterações a cada ano
em função das necessidades específicas do
calendário. Assim, está incluído no Título V - ANEXOS, junto
com as demais disposições transitórias.
TÍTULO
III - FUNCIONAMENTO DO BOLICHE
CAPÍTULO
1. AUTORIDADES DE UMA COMPETIÇÃO
a) COMPOSIÇÃO
. DELEGADO DA CBBOL (um Diretor ou alguém
nomeado oficialmente para tal)
. DIRETOR TÉCNICO
. RESPONSÁVEL PELA ORGANIZAÇÃO
. FISCAIS DE PISTA
. COMISSÃO DISCIPLINAR (formada por cinco
membros indicados pelo STJD)
b) RESPONSABILIDADES DAS AUTORIDADES
. o DELEGADO DA CBBOL é a autoridade máxima
do evento e tem as seguintes responsabilidades:
- especificamente nos eventos da
CBBOL:
.. presidir as cerimônias de abertura,
encerramento e premiação, podendo delegar tal função;
.. receber e
pagar os
valores devidos (inscrições,
taxas, pistas, organização, autoridades, etc.);
.. auxiliar as demais autoridades em suas
eventuais dificuldades;
.. dirimir dúvidas do regulamento;
.. resolver os
casos omissos do regulamento, podendo, a
seu critério, convocar reunião com
os Presidentes ou
representantes das Federações presentes;
.. fiscalizar e fazer cumprir o Código
Disciplinar e as demais normas da FIQ e da CBBOL expressas neste documento
e nos Estatutos, reportando as ocorrências disciplinares que observar, ou
que lhe sejam passadas pelos fiscais, à Comissão Disciplinar;
- especificamente nos demais eventos
homologados:
.. fiscalizar o cumprimento das exigências
mínimas para
homologação;
.. receber as taxas que couberem à
CBBOL;
.. fiscalizar o cumprimento do
regulamento;
.. fiscalizar o cumprimento do Código
Disciplinar e das demais normas da FIQ e da CBBOL expressas neste
documento e nos Estatutos;
- em ambos os tipos de eventos:
.. cuidar de todos os aspectos
administrativos da CBBOL ligados ao evento;
.. preparar relatório do evento para a
CBBOL, com os resultados
finais, parecer técnico, problemas ocorridos
e soluções adotadas;
. o DIRETOR TÉCNICO tem as seguintes
responsabilidades:
- observar o desenvolvimento da competição,
atentando para a performance dos atletas, especialmente os novos;
- decidir a respeito de todas as ocorrências
de aspecto técnico verificadas no evento;
- fiscalizar o condicionamento das pistas,
de acordo com as orientações da CBBOL;
- fiscalizar e fazer cumprir as determinações
da FIQ e as normas da CBBOL expressas neste documento e nos Estatutos,
relativas ao aspecto técnico;
- reportar todas as ocorrências ao
Delegado da CBBOL;
- o Diretor Técnico poderá ser
eventualmente o próprio Delegado da CBBOL;
. o RESPONSÁVEL PELA ORGANIZAÇÃO tem as
seguintes responsabilidades:
- escolher e fiscalizar o trabalho dos
Fiscais de Pista;
- reportar-se apenas ao Delegado da CBBOL e
ao Diretor Técnico;
- preparar o material de competição
(planilhas, cartelas, programas de computador, resumo do regulamento);
- recolher os resultados das partidas;
- divulgar os resultados;
- fornecer a todas as Federações, após o
encerramento das competições, os resultados das mesmas;
- o responsável pela organização poderá,
eventualmente, desempenhar concomitantemente a função de Delegado da
CBBOL;
. os FISCAIS DE PISTA têm as seguintes
responsabilidades:
- auxiliar os atletas nas ocorrências de
pistas, tais como quebras e marcação errada, e fiscalizar o desenrolar
das partidas, verificando jogo lento,
faltas, pinos caídos ou não, comportamento, etc.
- reportar-se ao Diretor Técnico ou ao
Delegado da CBBOL, conforme seja o caso, quando da verificação de
qualquer ocorrência;
- os Fiscais de Pista não devem executar tarefas inerentes
à organização do evento;
. a COMISSÃO DISCIPLINAR tem as seguintes
atribuições:
- julgar as ocorrências disciplinares que
ocorram durante o evento, as quais deverão ser encaminhadas por qualquer
autoridade ou representante de Federação. Das decisões da Comissão
caberão recursos aos Tribunais Desportivos
(Lei Pelé - 9.615/98);
c) OBRIGAÇÕES DAS AUTORIDADES
. o DELEGADO DA CBBOL deverá estar
presente nas cerimônias. Deverá também estar no local da competição o
maior tempo possível e obrigatoriamente ao final do último turno de cada
dia, para receber o relato das ocorrências do dia. Caso haja julgamentos
a fazer, deverá comunicar aos membros da Comissão Disciplinar para que
se reúnam o mais rápido possível, a fim de tomarem as decisões cabíveis;
. o DIRETOR TÉCNICO deverá estar no local
da competição desde o primeiro condicionamento de pista até o final do
último turno de cada dia. Deverá usar a camisa ou a identificação de
autoridade durante o tempo em que estiver trabalhando;
. o RESPONSÁVEL PELA ORGANIZAÇÃO deverá
estar presente ou ter um representante no local da competição durante
todo o tempo em que a mesma estiver se desenrolando;
. os FISCAIS DE PISTA não poderão se
ausentar das pistas que estiverem sob sua reponsabilidade durante o
desenrolar do turno em que estiverem trabalhando. Deverão usar a
identificação de autoridade durante todo o tempo, e ficar se
movimentando pelas pistas de sua responsabilidade;
. a COMISSÃO DISCIPLINAR reunir-se-á por
convocação do seu Presidente sempre que necessário. Quando algum membro
da Comissão Disciplinar não estiver presente ou tiver algum interesse no
assunto a ser julgado, será substituído por outro membro indicado pelo
STJD, exclusivamente para aquela sessão;
d) REMUNERAÇÃO DAS AUTORIDADES
. DELEGADO DA CBBOL
- caso esteja jogando, não receberá nada;
- caso não esteja jogando:
. se residir na cidade do evento, receberá
ajuda de custo para despesas de alimentação e deslocamento, negociada a
cada caso;
. se não residir na cidade do evento, além
da ajuda de custo acima, receberá verba para viagem e para hospedagem,
negociada a cada caso, suficiente para poder chegar na véspera do evento
e sair após o seu encerramento;
. FISCAIS DE PISTA
- deverão ser escolhidos preferencialmente
dentre os atletas que estejam competindo, e trabalhar nos turnos em que não
estejam escalados para jogar. Serão remunerados pela Organização do
Evento, de acordo com negociação feita com a mesma;
. DIRETOR TÉCNICO
- negociação que envolva o valor da
viagem (se não estiver jogando), da hospedagem (para os dias em que não
esteja jogando), e verba para alimentação, deslocamento na cidade e
serviços prestados;
. RESPONSÁVEL PELA ORGANIZAÇÃO
- será pago de acordo com a negociação
prévia feita com os promotores do evento (CBBOL, Federação ou indivíduo),
incluindo o pagamento dos Fiscais de Pista;
. COMISSÃO DISCIPLINAR
- os membros da Comissão Disciplinar não
receberão nenhuma remuneração.
CAPÍTULO
2. PRINCIPAIS DETERMINAÇÕES DA FIQ E DO COB
a) Eventos nacionais disputados em pistas
com máquinas de cordas de
qualquer tipo, não devem ser homologados, por terem elementos extras que
podem influenciar o movimento dos pinos;
obs.: a CBBOL poderá realizar um circuito
para eventos disputados em pistas com máquinas de cordas;
b) A FIQ aceita a realização de eventos
oficiais em boliches manuais.
No entanto, recomenda bastante rigor
na vistoria
dos demais itens das pistas,
tais como
canaletas, revestimento, tabelas, pinos, etc.;
c) Uniformes: os homens devem usar calças
compridas; as mulheres devem usar saias ou calças compridas, mas
nunca misturando as duas em
uma mesma equipe (ver maiores detalhes no Capitulo 11 do Título III – Código
Disciplinar);
d) Patrocínios: nos eventos coletivos
somente serão permitidos patrocínios individuais que não
descaracterizem os uniformes. Não serão permitidos patrocínios de
Empresas e produtos proibidos pelas regras do Comitê Olímpico
Internacional;
e) Jogadores que estejam competindo em um
evento não podem ser utilizados
como "pacers" no mesmo;
f) Quando houver problemas na marcação
eletrônica de uma partida e não for possível recuperar completamente as
informações perdidas de forma confiável, todas as partidas do par de
pistas onde houve o problema serão jogadas novamente, se possível no
mesmo par;
g) Um atleta que chegue atrasado em um dia
de competição deverá começar a jogar do frame que estiver sendo
disputado pela pista mais adiantada no momento de sua chegada, recebendo
zero pontos nos frames perdidos;
h) Um atleta, para se ausentar do Brasil
para competir pelo país, terá obrigatoriamente que dar ciência à CBBOL
e receber desta uma autorização formal.
CAPÍTULO
3. EVENTOS
a) O calendário anual da CBBOL, a ser
distribuído no final de cada ano anterior, contemplará 3 tipos de
eventos:
- de responsabilidade da CBBOL (brasileiros de seleções, clubes,
individual e eventuais eventos especiais);
- de responsabilidade das Federações (as Taças estaduais e os
eventos regionais e locais);
- específicos (tipo eliminatória para a Copa AMF, circuitos dos
fabricantes, etc.);
b) Os eventos da CBBOL e os homologados terão
tantas divisões ou tipos de competições quantas forem necessárias para
que todos os atletas interessados e em
condições possam participar. Um mesmo evento
deverá, sempre que possível, ter todas as suas competições
realizadas em um mesmo local, simultaneamente ou não. Quando
competições diferentes de um mesmo evento, ou eventos diferentes
homologados pela CBBOL, forem jogados em locais diferentes
(simultaneamente ou não), será obrigatória a presença de um Delegado
da CBBOL em cada local, para fiscalizar as condições da disputa, com
suas despesas pagas (caso não esteja jogando) pela própria CBBOL (no
caso de Campeonatos Brasileiros), ou pela organização do evento (nos
demais casos);
c) Os eventos da CBBOL serão
sempre jogados nos
estados que oferecerem as melhores condições
financeiras para os atletas de fora, aí consideradas facilidades
de transporte, hospedagem, alimentação, custo das pistas, organização,
etc. Caso sejam apresentadas propostas próximas, a CBBOL levará em conta
outros fatores, como facilidades operacionais, rodízio de boliches, número
de atletas de cada estado, etc.;
d) Com relação ao custo das pistas para
esses eventos, a negociação será sempre feita pela CBBOL, com ajuda da
Federação local;
e) A organização dos
eventos da CBBOL será negociada a cada caso e só poderá ser realizada
por pessoas credenciadas pela CBBOL;
f) Os demais eventos serão organizados por
seus respectivos responsáveis
(Federação, Entidade ou indivíduo), obedecidas as regras e orientações
contidas neste Regimento;
g) Os responsáveis pela organização dos
eventos deverão:
. divulgar antecipadamente o regulamento do
evento, através de Fax ou e-mail para as Federações interessadas, e
afixá-lo em local visível durante a competição;
. divulgar antecipadamente todas as demais
informações pertinentes ao
evento que sejam porventura diferentes
do estabelecido nestas Normas, relativas a condicionamento de pistas,
uniformes, proibições que couberem, horários, possibilidades de trocas
e substituições, autoridades do evento, forma
de divulgação de resultados, etc.;
. garantir a manutenção das pistas de
acordo com a definição inicial, desde 2 dias antes do evento até o seu
final;
. preparar antecipadamente o material
para o evento (súmulas, quadros de acompanhamento, premiação,
etc.);
. garantir a correção dos resultados
parciais e finais, com a existência
de equipe de
trabalho para registro e conferência;
. garantir a presença do Diretor Técnico
(ou eventual substituto) em
todos os turnos da competição, para
cuidar do andamento da
mesma, fiscalizar o cumprimento das regras
e proibições, e resolver os problemas técnicos que ocorrerem;
. prever a cobertura da imprensa,
recebendo-a e
orientando-a para que faça o seu trabalho sem interferir no
andamento da competição (por
exemplo, filmagens entre duas partidas,
com bate-bola dos atletas na mesma pista em que estavam);
. fazer esforços para resgatar e valorizar
as cerimônias
de abertura, encerramento e premiação dos
atletas, conferindo-lhes a solenidade que merecem e que
possuem em outros países,
além de prever algum tipo de congraçamento
entre os atletas, dentro do possível;
Obs.: Nos eventos da CBBOL os dois
primeiros itens acima serão
de responsabilidade da própria Confederação,
independente de quem estiver organizando os mesmos.
h)
Durante
uma competição, somente será permitida
a presença, na área de jogo, do Diretor Técnico, dos fiscais, do
Delegado da CBBOL, do pessoal
de serviço da casa e,
obviamente, dos atletas que estejam competindo no turno em disputa, além
de delegados ou técnicos de estados presentes, no mesmo número de pistas
ocupadas por atletas daquele estado;
i) Os delegados e técnicos de cada estado
deverão se credenciar junto à CBBOL para cada evento;
j) O par de pistas reservas, quando houver,
não poderá ser usado pelo público;
k) Nenhum atleta poderá participar de um
evento homologado sem estar competindo no mesmo, ou seja, jogando apenas
para ranking;
l)
Nenhum atleta poderá repor linhas perdidas em outro momento, qualquer que
seja o motivo;
m)
Para efeito de premiação, os eventos (ou suas divisões)
terão que ter, no mínimo, 8 atletas
para o feminino, o juvenil e o
senior, e 16 para o masculino adulto (no individual), ou 4 equipes em cada
categoria (para clubes, seleções ou qualquer evento coletivo);
n) As substituições deverão obedecer a
regra 402 da FIQ;
CAPÍTULO
4. HOMOLOGAÇÃO DE EVENTOS
a) Um evento, para ser homologado pela
CBBOL para ranking, poderá ser apenas masculino ou apenas feminino;
b) Os três Campeonatos Brasileiros são
automaticamente homologados em
todas as suas divisões e categorias;
c)
Os
demais eventos, para serem homologados, além das regras abaixo, deverão
pagar a Taxa de Homologação prevista no Regulamento de Taxas, a qual é
devida pela organização, não devendo, portanto, ser cobrada diretamente
dos atletas. A Taxa é calculada em função do número total de
participantes, independente de serem atletas federados, ou do valor da
inscrição que lhes seja cobrado;
d) As Taças estaduais e outros eventos
independentes de âmbito nacional, serão homologados sempre que:
- sejam abertos a todos os interessados,
com criação de novos turnos, novas divisões, novas datas ou “qualify”,
até que todos os que desejarem possam jogar;
- façam parte do calendário definido no
final do ano anterior, ou sejam marcadas através de negociação
posterior com a CBBOL, que levará em conta a tradição do evento e sua
influência no ranking;
e) Eventos regionalizados serão
homologados sempre que:
- sejam abertos a todos os interessados da
região em causa;
- haja outro(s)
evento(s) similar(es), na mesma data ou data próxima, em outro
local, que permita(m) a participação de atletas dos estados não
participantes do evento;
- contem com a participação de pelo menos
3 estados;
f)
Em qualquer caso, para serem homologados, os eventos deverão obedecer as
seguintes condições:
- o
organizador deverá ser designado pela Federação (ou indivíduo) responsável
como o interlocutor do evento com todas as Federações e atletas;
-
deverá haver uma divulgação constante do evento no mínimo para todos
os Presidentes de Federações, sempre por fax ou e-mail;
-
para eventos com 04 dias de duração não se poderá utilizar mais do que
02 dias úteis em cada período;
-
em cada pista serão alocados no mínimo 2 e no máximo três atletas;
- o
máximo de linhas permitidas por dia será oito (o ideal será sempre
seis).
g)
Além das regras acima, as Taças Estaduais, os eventos independentes de
âmbito nacional, e os eventos regionalizados somente poderão cobrar dos
atletas de fora do estado o valor máximo de R$ 150,00 como taxa de inscrição.
Será permitido, entretanto, a cobrança opcional de taxa adicional, para
efeito de cobertura de prêmios ou outras vantagens, para aqueles que
optarem por pagar essa taxa;
h) Os eventos nacionais realizados em
boliches de cordas (sistema europeu), quando realizados, serão
registrados em um ranking paralelo da CBBOL.
CAPÍTULO
5. CONDICIONAMENTO DE PISTAS
O Capítulo VII das Regras FIQ estabelece
que o óleo (ou gel) deverá ser
passado entre 28 e 45 pés, aí já incluído o
óleo "esticado".
Qualquer quantidade de óleo acima de 5 unidades será aceita, em
qualquer ponto da pista. Caso a direção do evento decida
fazer mais de uma manutenção por dia, a mesma deverá ser
completa.
Obs. 1: 5 unidades de óleo
corresponde a pista quase seca,
numa verificação manual;
Obs. 2: A Regra FIQ 129 trata do
condicionamento do "approach";
Problemas com óleo causados
involuntariamente não serão objeto de recursos de qualquer espécie ou
de anulação de partidas jogadas.
CAPÍTULO
6. PESAGEM DE BOLAS
A CBBOL se reserva o direito de pesar e
medir qualquer bola de
qualquer atleta a qualquer tempo em uma competição, impedindo o uso
daquelas que estiverem fora das especificações permitidas;
CAPÍTULO
7. USO DO PAR DE PISTAS RESERVA
a) Em todos os
eventos deverá haver um par de
pistas reserva em cada turno;
b) Caso isto não seja possível, o
primeiro turno de cada dia
poderá ficar sem par reserva;
c) Em eventos de três turnos diários,
quando somente um turno puder ter par reserva, este turno será o segundo;
d) Somente
em casos
especiais será
permitida a realização de eventos sem par reserva;
e) A interrupção
de partidas por
quebra de pistas obedecerá às seguintes condições:
. no caso da quebra acontecer
no 10º frame da partida
interrompendo o uso de apenas uma pista, todos os jogadores
terminarão a partida na pista
que estiver funcionando. Caso
a quebra interrompa as duas pistas do par, os jogadores terminarão a
partida no par de pistas imediatamente à esquerda;
. no caso da quebra acontecer em
qualquer outro frame da partida, adota-se uma das seguintes
alternativas:
- havendo pista reserva, busca-se a informação
do tempo previsto para o conserto. Caso a previsão seja de demora, o
grupo é transferido para o par reserva e a partida é completada lá,
ainda que o par original seja
consertado durante a mesma;
- não havendo par reserva, aguarda-se o
conserto da pista. Caso
o conserto seja realizado
antes das demais
pistas completarem suas partidas, retoma-se a partida do ponto em
que foi interrompida e joga-se
até o término das outras,
anotando-se a situação para continuação
futura (salvo se estiver no início do
10º frame, quando então
a partida será
terminada). Caso não haja o conserto, anota-se a
situação da partida no ponto
em que foi interrompida, para
futura continuação;
. no caso da pista estar
quebrada no início de uma partida e havendo par reserva, o jogo é
iniciado e terminado no
par reserva, ainda que o par quebrado seja consertado
durante a partida;
. não havendo par reserva e o conserto sendo
feito até o segundo
frame das demais pistas, joga-se a partida no par original até o seu fim;
. em qualquer outro caso, a partida não é jogada e deverá
ser reposta futuramente, segundo as regras abaixo.
f) A reposição/continuação de partidas
não jogadas ou interrompidas far-se-á da seguinte maneira:
. caso haja apenas uma
partida para
repor (ou terminar), a
mesma será jogada logo após o término do turno, enquanto
se faz a manutenção para o próximo turno. O jogo será realizado
nas pistas originais (se
consertadas) ou no par de pistas
que tiver sido usado há mais tempo pelo grupo;
. caso sejam
diversas partidas a repor (ou terminar), as mesmas serão jogadas
no par reserva do próximo
turno onde houver tal disponibilidade,
na ordem em que foram interrompidas;
. não havendo
disponibilidade, as partidas
serão jogadas ao final dos
turnos do dia. As pistas serão sorteadas dentre as que a casa
disponibilizar para a reposição;
g) Somente as partidas repostas/terminadas
em turno diferente do original
permitirão aquecimento dos atletas
por 5 minutos. Em qualquer outro caso não haverá aquecimento;
h) O par de pistas reserva em um turno será
móvel (mudará a cada
partida) somente no caso de existirem
outros turnos, sem par reserva, onde estejam jogando atletas
disputando o mesmo evento ou o mesmo ranking, e desde que
o sistema seja all-events
com mudança de pista normal. Em qualquer
outro caso, o par de pistas reserva será fixo, definido pelo Diretor Técnico
da competição.
CAPÍTULO
8. RANKING BRASILEIRO
a) O ranking nacional será divulgado após
cada evento completo e
obedecerá às seguintes regras:
. todos os eventos homologados valerão
para o ranking;
. o ranking será computado por pontos e não
por médias;
. cada atleta poderá
acumular pontos de 4 eventos dentre os últimos 7;
. para efeito de orientar convocações técnicas
para seleções ou representações brasileiras, a CBBOL poderá calcular
um “ranking de convocação”, que obedecerá às mesmas regras, mas
que, dos 4 eventos válidos, pelo menos 2 terão de ser Brasileiros
(Clubes, Individual ou Seleções);
. considera-se um evento a competição
jogada em um mesmo boliche, na mesma data ou em data próxima, mesmo que
existam diversas divisões ou tipos de competição;
. quando um atleta disputar dois eventos
que valham para o mesmo ranking, em boliches diferentes, a pontuação
considerada será a melhor dentre as duas. Quando o boliche for o mesmo, a
pontuação considerada será a obtida primeiro;
. quando um atleta chega atrasado e perde
apenas parte de uma partida, sua média, para cálculo do ranking,
será a da competição, inclusive com a partida jogada
parcialmente. Caso o atleta perca uma partida inteira (ou mais), valerão
os pontos das partidas jogadas, desde que não tenha perdido mais de 25%
das mesmas. Se perder mais de 25 % do evento, não participará do
ranking;
. todos os atletas que disputarem o mesmo
evento serão classificados por ordem de média, desde que tenham jogado
pelo menos 75 % do mesmo;
. atletas não registrados na CBBOL
(brasileiros ou estrangeiros) que porventura tenham participado do evento,
não farão parte da relação;
. na relação definida acima, será
determinada a “Posição Base”, que corresponderá à seguinte:
- para o masculino:
.. Se, dentre os 30 primeiros do ranking,
estiverem na relação entre 01 e 06 jogadores, a “Posição Base” será
a 06ª;
.. Se, dentre os 30 primeiros do ranking,
estiverem na relação de 07 a 23 atletas, a “Posição Base” será a correspondente a esse número
(07ª a 23ª);
.. Se, dentre os 30 primeiros do ranking,
estiverem na relação 24 ou mais atletas, a “Posição Base” será a
24º;
- para o feminino:
.. Se, dentre as 15 primeiras do ranking,
estiverem na relação entre 01 e 04 jogadoras, a “Posição Base” será
a 04ª;
.. Se, dentre as 15 primeiras do ranking,
estiverem na relação de
05 a 11 atletas, a “Posição Base” será a correspondente a esse número
(05ª a 11ª);
.. Se, dentre as 15 primeiras do ranking,
estiverem na relação 12 ou mais atletas, a “Posição Base” será a
12º;
. os jogadores (masculino e feminino) que
se classificarem na “Posição Base” recebem o “Ponto Base”, que
hoje equivale a 5000 pontos;
. os demais atletas da relação recebem
pontos pela diferença de média em comparação aos atletas do “Ponto
Base”, à razão de um ponto para cada centésimo de diferença (a maior
ou a menor);
Ex. “Posição Base” masculino na relação: média 180,00;
pontos da “Posição Base”: 5000;
atleta masculino com média igual a 179,00;
pontos a receber: 4900;
atleta masculino com média igual a 180,87;
pontos a receber: 5087;
a1) No caso de um evento não contar com
nenhum jogador dentre os 30 primeiros do ranking masculino (ou 15, para o
feminino), mas contar com jogadores classificados entre as posições 31 e
60 masculina (ou 16 e 30 feminina), o raciocínio acima se repetirá para
esses jogadores, mas o “Ponto Base” será 4.200 para o masculino, e
4.000 para o feminino;
a2) Da mesma forma, se repetirá a fórmula
para eventos que contem somente com jogadores abaixo dessas classificações,
desvalorizando-se o “Ponto Base” a cada 30 colocações masculinas (ou
15 femininas) presentes no evento, da seguinte maneira: para o masculino,
3.700 (para
61 a
90) e 3.000 (para 91 a
120); para o feminino, 3.000 (para 31 a
45);
a3) Em qualquer evento onde não haja
nenhum jogador masculino acima da posição 120 do ranking, ou feminino
acima da posição 45 do ranking, o campeão do all-events marcará 3.000
pontos, e os demais marcarão pontos de acordo com a regra normal.
b) O mínimo de pontos que um atleta pode
receber por evento
é 1000 pontos, como reconhecimento pela sua participação.
c) Além dos pontos acima, os atletas
receberão bônus para efeito
de pontuação no ranking, segundo os seguintes critérios:
.
em todos os eventos homologados, os atletas de estados diferentes daquele
onde está sendo realizado o evento, receberão 100 pontos extras, desde
que não tenham sido atletas registrados no estado da competição nos últimos
180 dias a contar da data do início da mesma;
. os atletas que fizerem as melhores partidas nos eventos
homologados, em cada divisão ou tipo de competição, serão
bonificados com 100 pontos para o seu ranking. No caso de
empate, todos os
empatados receberão o bônus.
d) Os pontos obtidos por evento
desvalorizam-se à medida que novos
eventos são realizados, de acordo com a seguinte regra:
. o último evento tem seu valor integral;
. o penúltimo perde 2% dos pontos obtidos originalmente;
. o antepenúltimo perde 4% dos pontos obtidos originalmente, e
assim sucessivamente.
e) O atleta que não jogar
todas as partidas
de um evento, por qualquer
motivo, terá seu resultado computado para o
ranking, de acordo com a seguinte regra:
. sua média será a obtida nas partidas jogadas;
.
caso essa média seja igual ou menor que a do atleta que
recebeu o Ponto Base, o cálculo de seus pontos será normal;
.
por outro lado, caso sua média
seja melhor, a diferença de
pontos a receber a mais do que o Ponto Base
será corrigida, dividindo-se seu valor pelo número de partidas
totais do evento (geralmente
24), e multiplicando-se o
resultado pelo número de partidas realmente jogadas pelo atleta.
Ex.: Evento com 24 linhas, masculino, com um
atleta tendo jogado
apenas 18 linhas:
média da Posição Base: 182,00;
Ponto Base: 5000;
média do
atleta nas 18 linhas: 184,20 (melhor que a Posição Base);
pontos a que o atleta faria jus se tivesse jogado as 24 linhas:
5220;
diferença para o Ponto Base: 220;
diferença real a receber: (220/24) x 18 = 165
pontos totais a receber no ranking: 5165.
Ex.: Evento com 24 linhas, feminino, com uma
atleta tendo jogado
apenas 20 linhas:
média da Posição Base: 168,00
Ponto Base: 5000;
média da atleta nas 20 linhas: 159,36 (abaixo da Posição Base);
pontos a receber no ranking: 4136 (cálculo normal).
f) A CBBOL publicará um ranking juvenil
(atletas com 22 anos ou menos em primeiro de janeiro de cada ano) e um
ranking sênior (atletas com 50 anos completos até um dia antes do início
do evento em causa), onde aparecerão os atletas que estejam nessas condições,
com a mesma pontuação obtida no ranking adulto.
CAPÍTULO 9.
TRANSFERÊNCIAS
a) A transferência de atletas
entre Federações
poderá ocorrer a qualquer tempo.
A transferência deverá ser solicitada à CBBOL através de preenchimento
de formulário específico pela Federação interessada, que deverá pagar
a taxa correspondente prevista no Regulamento de Taxas da Confederação.
A Federação cedente deverá concordar com a transferência assinando o
formulário e comunicar a situação do
atleta sob os aspectos financeiro,
técnico e disciplinar. Nenhum atleta poderá ser transferido se tiver
participado de algum evento oficial pela sua Federação atual nos últimos
30 dias contados retroativamente da data do pedido, salvo por motivo de
mudança de domicílio. Pendências técnicas, financeiras ou
disciplinares também serão fatores impeditivos para qualquer tipo de
transferência. A informação será prestada pelo Presidente da Federação
de origem do atleta.
b) São os seguintes os tipos de transferência
previstos:
. mudança comprovada de domicílio, a qual
será admitida a qualquer tempo e considerada transferência normal;
. transferência temporária, considerada
assim para atletas que tenham participado de algum evento oficial pela sua
Federação atual no período compreendido entre 30 e 180 dias contados
retroativamente da data do pedido, inclusive no caso de atletas que tenham
se desfiliado de outra Federação dentro desse prazo;
. transferência normal, para atletas que não
tenham participado de eventos oficiais pela sua Federação de origem nos
últimos 180 dias contados retroativamente da data do pedido;
. refiliação, para atletas inativos há
mais de 2 anos;
c) O
retorno de atletas ao estado de onde saíram na última transferência será
considerada transferência normal, para todos os efeitos;
d) A Federação de origem do atleta legislará
sobre a conveniência de solicitar o retorno do atleta transferido,
levando em consideração o motivo da transferência, o eventual prejuízo
técnico causado ao Estado pela saída do atleta, e o possível benefício
ao esporte provocado pela passagem do mesmo por outra Federação;
e) As equipes formadas para o Campeonato
Brasileiro de Seleções masculinas e femininas, para a Taça Brasil de
Seleções masculinas, e para o Campeonato Brasileiro de Clubes, poderão
ter, no máximo, 3 (três) atletas transferidos temporariamente. Para a Taça
Brasil de Seleções femininas, para o Campeonato Brasileiro de Clubes e
Seleções juvenis e para a Taça Brasil de Clubes, poderão ter, no máximo,
2 (dois) atletas transferidos temporariamente. O valor da inscrição
desses atletas variará segundo o Regulamento de Taxas da CBBOL (Vide Título
V, Capítulo 4).
CAPÍTULO
10. JOGADOR E CLUBE AVULSOS
a) Um jogador pode pedir filiação à
CBBOL diretamente, segundo a Lei 9.615/98. Esta filiação será aceita
nos seguintes casos:
. jogador residente em outro País;
. jogador residente em Estado que não
tenha Federação filiada à CBBOL;
. jogador residente em Estado que tenha
Federação filiada à CBBOL, mas que nunca tenha sido filiado à mesma;
. jogador residente em Estado que tenha
Federação filiada à CBBOL, que seja filiado à mesma, mas que não
esteja jogando pela mesma há trinta dias ou mais, a contar
retroativamente da data do pedido. Neste caso, sua filiação à CBBOL
como avulso será considerada como transferência, para efeito de taxas, e
ele somente terá sua filiação aceita se a Federação de seu estado
apresentar declaração de que o mesmo está em dia com suas obrigações
financeiras e que não está sob punição disciplinar de qualquer espécie;
b) O jogador avulso não poderá participar
do Campeonato Brasileiro de Seleções. Quanto à Taça Brasil de Seleções,
somente poderá participar quando se enquadrar no segundo caso descrito
acima, na hipótese de seu estado ser convidado pela CBBOL para disputar o
evento. Poderá participar do Campeonato Brasileiro de Clubes e da Taça
Brasil de Clubes, somente se for atleta de um Clube vinculado de forma
avulsa à CBBOL, segundo as condições descritas nos itens a seguir.
Poderá participar das Taças Estaduais e Regionais, do Campeonato
Brasileiro Individual e da Taça Brasil de Tercetos;
c) Os pontos obtidos para o ranking pelo
jogador avulso valerão para todos os efeitos, em igualdade de condições
com todos os demais atletas;
d) O jogador avulso estará sujeito a todas
as regras definidas nos mandamentos em vigor, e pagará semestralidade
diferenciada, conforme o Regulamento de Taxas;
e) Um Clube pode vincular-se diretamente à
CBBOL, desde que não haja Federação de Boliche (ou Departamento de
Boliche de Federação eclética) em seu estado, que já esteja filiada à
CBBOL;
f) Clubes vinculados desta forma perderão
essa condição tão logo haja uma filiação de Federação à CBBOL no
estado;
g) Clubes vinculados de forma avulsa não
poderão participar das reuniões da CBBOL no Campeonato Brasileiro de
Clubes;
h) Não será concedida vinculação avulsa a mais de 2 (dois)
Clubes de uma mesma Unidade da Federação;
i) Quando um terceiro Clube de uma Unidade da
Federação solicitar sua vinculação, a CBBOL dará um prazo de 90
(noventa) dias para que aquele estado apresente seu pedido de filiação
de uma Federação. Após esse prazo, os Clubes serão automaticamente
desvinculados.
CAPÍTULO
11. CÓDIGO DISCIPLINAR
Todo atleta tem o dever de se comportar dentro
das normas disciplinares em vigor nos locais das competições, ainda que
não esteja disputando o evento ou não esteja jogando naquele momento.
Isto se aplica principalmente ao consumo de álcool e outras drogas, às
manifestações que incomodem os competidores ou que firam os princípios
da ética e da boa educação, além do respeito às Autoridades do
evento.
a) O fumo, o álcool e outras drogas são
incompatíveis com a prática
do esporte. Assim, não há necessidade de se descrever regras específicas
sobre este assunto;
b) Durante um jogo, deverá ser respeitada
apenas uma pista de cada lado do jogador. Caso dois jogadores estejam
preparados para subir no "approach" ao
mesmo tempo, o da
direita terá a preferência;
c) O atleta deve cuidar para manter o ritmo
de jogo, não demorando demais na sua vez de jogar nem no
“approach", em sua preparação para o arremesso;
d) As Federações são responsáveis pela
presença de seus
atletas nos eventos, depois da confirmação. Caso o atleta não
compareça por qualquer motivo, o custo da inscrição
será cobrado da Federação
que o inscreveu. Nos eventos em que o nível
técnico do atleta é fator preponderante (caso do Campeonato
Brasileiro Individual, por
exemplo), a substituição de
um inscrito por outro
somente será possível com a aprovação da CBBOL;
e) Um atleta, para abandonar uma competição
antes do seu término, deverá apresentar uma justificativa ao Delegado da
CBBOL, que a encaminhará, se julgar necessário, à Comissão Disciplinar
do evento com seu parecer. Caso isto não seja feito
ou a justificativa não seja aceita e, assim mesmo, o
atleta insista no
abandono, o mesmo será multado em um valor equivalente à inscrição
paga no evento, além de outras eventuais sanções que o Estatuto e a Lei
permitam. A multa será cobrada da Federação
a que o atleta estiver subordinado, a qual ficará suspensa de todas as
competições até que salde o débito. Para efeito de ranking, o atleta
poderá perder as partidas que não jogar (de acordo com a regra do item
anterior), ou todo o evento, dependendo da decisão do Delegado da CBBOL
ou da Comissão Disciplinar;
f) O Delegado da CBBOL em uma competição
poderá autorizar o retorno de um atleta que tenha abandonado o evento
temporariamente, por motivo considerado justificado. O retorno não poderá
ser no mesmo dia do abandono e as partidas perdidas não poderão ser
recuperadas;
g) Nos eventos coletivos da
CBBOL, é absolutamente obrigatório que os atletas se apresentem
uniformizados com camisas iguais, aprovadas por suas Federações,
em obediência às determinações da FIQ;
h) Os atletas de cada clube ou estado
somente poderão usar uniformes diferentes dos demais, nas competições
coletivas, quando estiverem escalados em turnos diferentes;
i) Na Taça Brasil de Clubes e na Taça Brasil de Tercetos, os
uniformes serão apenas recomendados;
j) Não será permitido o uso de bermudas
ou shorts nos Campeonatos Brasileiros, em atendimento ao que determina a
regra da FIQ;
k) O contato do atleta com a
CBBOL é a sua Federação.
Nos eventos, qualquer reclamação, crítica ou sugestão deverá ser
feita sempre através do Presidente
da Federação (no caso
de estar presente) ou do representante
oficialmente credenciado
pelo mesmo;
l) As autoridades de uma competição devem
merecer o respeito e o tratamento adequados por parte de todos os
atletas e dirigentes
presentes ao evento. Suas decisões, dentro de suas respectivas competências,
podem ser discutidas pelas pessoas autorizadas e nos
momentos adequados
mas, enquanto estiverem em vigor, não poderão ser desobedecidas;
m) Nas
competições internacionais, no exterior ou não, os cuidados no
comportamento devem
ser redobrados e estendidos para todos os locais, não se
restringindo apenas ao momento dos jogos, uma vez que cada um estará
representando o seu País. Além de todos os itens mencionados acima, cada
membro da delegação
deverá estar sempre pronto para atender a imprensa, de
modo a contribuir para
a divulgação e a
boa imagem do esporte que
praticamos;
n) Sempre que um atleta for punido por
determinada entidade, esta punição deverá ser informada à CBBOL, para
que seja arquivada a informação
e aplicada a mesma punição, se cabível, nos eventos da Confederação;
o) O atleta
que confirmar viagem internacional
e não comparecer estará sujeito
a penalidades definidas pela
presidência da
CBBOL. Haverá, sempre que aplicável, um Termo de Compromisso para
cada viagem, estabelecido pelo COB ou pela CBBOL;
p) Durante uma competição, os atletas
deverão aguardar a ordem da organização ou do Diretor Técnico para
mudar de pistas e iniciar a próxima linha;
q) Faltas intencionais ou não são
tratadas pelas regras FIQ 118 a
122;
r) A infrirgência de um atleta a qualquer
dos itens do presente Código,
quando aplicável, implicará em perda de frames, dos pontos da partida e,
até mesmo, a sua exclusão da
competição, a critério do Delegado da CBBOL ou da Comissão
Disciplinar. A insistência na falta implicará no registro da mesma no
seu currículo. Este registro servirá de base para futuras ações da
CBBOL relativas a esse atleta, no que disser respeito a
convocações, prêmios, viagens, regalias, cobranças, etc;
s) As penalidades previstas na Lei Pelé são
aplicáveis a todos os itens do Código, tanto para atletas como para
Federações;
t) Estão sendo feitos estudos no sentido
de ser preparado um Código Disciplinar específico para o boliche do
Brasil;
u) A CBBOL poderá flexibilizar
temporariamente qualquer das regras acima, quando entender ser
impraticável sua aplicação naquele momento.
TÍTULO IV - REGRAS PARA OS EVENTOS CBBOL
CAPÍTULO
1. CAMPEONATO BRASILEIRO DE CLUBES
a) A competição será disputada em duas
ou mais divisões, além da Taça Brasil de Clubes, a qual terá cada
equipe composta por 3 atletas;
b) Os clubes serão representados no
Campeonato Brasileiro adulto por equipes
mistas de 4 homens e 2 mulheres;
c) O número de clubes em cada divisão
dependerá da disponibilidade de pistas no boliche onde for realizada a
competição e da análise técnica a ser realizada pela CBBOL. O número
base para a primeira divisão será de 12 a
16. Caso haja disponibilidade de mais pistas e interesse da CBBOL, os
demais clubes serão convidados pela ordem a participar desta divisão,
mas poderão recusar o convite e permanecer nas divisões inferiores;
d)
No
Campeonato Brasileiro adulto, as fases serão: individual, duplas
(masculinas e femininas), tercetos mistos e times (sextetos). Na Taça
Brasil de Clubes, as fases serão individual, duplas e tercetos (12
linhas);
e)
Caso haja inscrições suficientes (pelo menos 4), será
incluída na programação o Campeonato Brasileiro de Clubes juvenis, com
equipes formadas por 2 homens e uma mulher, jogando individual masculino
(6 linhas), individual feminino (12 linhas), duplas masculinas (6 linhas)
e times (12 linhas);
f)
Os
clubes têm que informar seus atletas para a
CBBOL até
30 dias antes do evento;
g) A decisão da divisão em que jogará um
clube é da CBBOL, em função da análise da posição relativa
ponderada por número de linhas que cada atleta componente ocupar no
ranking brasileiro 30 dias antes do evento, em comparação com a posição
dos atletas de todos os outros clubes inscritos para a disputa do evento.
Serão considerados os 4 melhores atletas da equipe (masculinos ou
femininos), para efeito dessa análise;
h) Depois de informados os atletas que compõem
a equipe, um clube só poderá mudá-los por motivos justificados e com
autorização formal da CBBOL. Sem
essas condições, o clube não jogará a competição, mesmo que compareça
ao local da mesma na data marcada;
i) Na 1ª divisão será obrigatória a
participação de
clubes que representem
pelo menos 4 estados dentre os filiados
à CBBOL. Caso isso não
ocorra após a aplicação das regras
acima, serão chamados pela ordem quantos clubes de 2ª divisão
forem necessários, dentre os
que representem estados diferentes dos
clubes já participantes da categoria, saindo os últimos da 1ª
divisão, até que se consiga a composição necessária;
j) Nas demais divisões e categorias e na
Taça Brasil de Clubes, no caso de disponibilidade de pistas e ausência
de novos clubes, será admitida a participação de
outras equipes de clubes já participantes;
k) Um clube não pode participar da Taça
Brasil de Clubes nas categorias masculina e feminina simultaneamente, a não
ser que esteja também disputando o Campeonato Brasileiro de Clubes, salvo
se não houver mais vagas no Brasileiro;
l) Durante o Campeonato, a disposição
dos clubes
por turno
e pista obedecerá a classificação por pontos
ganhos até a etapa anterior (desempate por pino derrubado), à
exceção do primeiro dia, no qual se levará em conta a classificação
dos seus atletas no ranking
brasileiro ou a conveniência da organização;
m)
Cada fase será disputada em
seis partidas, com três atletas por pista. Na fase individual, deverão
ser escalados pela organização até dois atletas de um mesmo Clube em um
mesmo par de pistas. Na fase de duplas, um par de pistas deverá ter três
duplas de Clubes diferentes, se possível. Na fase de tercetos mistos,
dois tercetos de Clubes diferentes no par. Na fase de sextetos, cada Clube
ocupará um par de pistas. Na Taça Brasil e nos juvenis, as equipes jogarão
sempre juntas na mesma pista;
n) Na Taça Brasil e no Campeonato
Brasileiro de Clubes juvenis, não haverá pontuação para o all-events
de Clubes;
o)
Desempates
na pontuação final serão resolvidos pelas melhores colocações dos
empatados sucessivamente no all-events de Clubes, na fase de times, na de
tercetos mistos, na de duplas e no individual;
p)
Serão
premiados os vencedores de cada fase até o 3º lugar. Os vencedores do
all-events (masculino e feminino) serão premiados até o 5º lugar. Os
atletas de cada competição que fizerem as melhores partidas e séries
também receberão medalhas;
p) nenhum atleta poderá jogar em duas divisões ou categorias
distintas do evento.
q) Será a seguinte a tabela de pontuação das diversas fases:
|
FASE
|
1º
|
2º
|
3º
|
4º
|
5º
|
6º
|
7º
|
8º
|
9º
|
10º
|
11º
|
12º
|
13º
|
14º
|
15º
|
|
Individual
mascul.
|
120
|
90
|
72
|
60
|
48
|
36
|
24
|
18
|
12
|
8
|
6
|
4
|
3
|
2
|
1
|
|
Individual femin.
|
60
|
45
|
36
|
30
|
24
|
18
|
12
|
9
|
6
|
4
|
3
|
2
|
1
|
0
|
0
|
|
|
120
|
90
|
72
|
60
|
48
|
36
|
24
|
18
|
12
|
8
|
6
|
4
|
3
|
2
|
1
|
|
duplas masculinas
|
240
|
180
|
144
|
120
|
96
|
72
|
48
|
36
|
24
|
16
|
12
|
8
|
6
|
4
|
2
|
|
duplas femininas
|
120
|
90
|
72
|
60
|
48
|
36
|
24
|
18
|
12
|
8
|
6
|
4
|
3
|
2
|
1
|
|
tercetos mistos
|
360
|
270
|
216
|
180
|
144
|
108
|
72
|
54
|
36
|
24
|
18
|
12
|
9
|
6
|
3
|
|
sextetos (times)
|
600
|
450
|
360
|
300
|
240
|
180
|
120
|
90
|
60
|
40
|
30
|
20
|
15
|
10
|
5
|
|
tercetos
(times)
|
360
|
270
|
216
|
180
|
144
|
108
|
72
|
54
|
36
|
24
|
18
|
12
|
9
|
6
|
3
|
|
all-ev.
Clubes (bra)
|
360
|
270
|
216
|
180
|
144
|
108
|
72
|
54
|
36
|
24
|
18
|
12
|
9
|
6
|
3
|
|
MAIORES PARTIDAS:
Indiv. masc/fem: 10;
dup. masc/fem: 20;
terc.: 30; sextetos
(times): 60
|
CAPÍTULO 2.
CAMPEONATO BRASILEIRO INDIVIDUAL
a) Serão realizadas tantas divisões
quantas forem necessárias em
cada categoria (masculino e feminino), cada uma com 24 jogadores, até
completar o número de atletas interessados;
b) A regra acima poderá ser quebrada no
caso de absoluta necessidade da organização, para as últimas divisões
(que incluirão os atletas novos, que não figuram no ranking), ou para as
divisões especiais (juvenil, senior, etc.). Em nenhuma hipótese as
primeiras divisões poderão ter um número diferente de 24 jogadores;
c) A idade para as divisões juvenil e
senior obedecerá as regras FIQ na ocasião, sendo que no momento, são
considerados juvenis os que tenham 22 anos ou menos no dia 1º de janeiro
do ano do evento, e seniors os que tenham 50 anos ou mais também no dia 1º
de janeiro do ano do evento, à exceção do Torneio das Américas, que
considera seniors os que tenham completado 50 anos até um dia antes do início
do evento;
d) Atletas classificados originalmente para
uma divisão não podem jogar em divisões
inferiores;
e) Em todas as divisões de 24 atletas haverá
duas vagas técnicas e o total de atletas
será completado
por convites
seguindo a ordem do
ranking, começando-se do atleta nº 1 (no caso das primeiras divisões)
ou do atleta seguinte ao último que participou
da divisão anterior;
f) Nas divisões com mais de 24 atletas, o
número de vagas técnicas será de 3;
g) Na 1ª
e 2ª divisões masculinas e
na 1ª divisão
feminina, o sistema será Round-robin com
linhas de posição.
Haverá final entre os três primeiros colocados com bônus (Petersen). Na
disputa entre o 2º e o 3º colocados, o empate beneficiará o 2º. Nas
finais, se o top-seed ganhar ou empatar a primeira partida, será
declarado campeão. Se perder,
haverá outra partida começando de zero, com o empate ainda beneficiando
o top-seed. Essa segunda partida será iniciada pelo jogador que jogou em
segundo lugar na primeira;
g1. Por analogia às orientações da FIQ para os mundiais, atletas
de um mesmo estado deverão se enfrentar nas primeiras partidas. Assim, o
número dos competidores para confecção da tabela será atribuído pela
organização, sempre que possível;
h) Nas demais
divisões que tenham 24 atletas (ou menos), o sistema poderá ser
all-events de
24 partidas, com ou sem finais;
i) Nas divisões com mais de 24 atletas o
sistema será all-events de 24 linhas, com ou sem finais;
j) Em caso de empates na
classificação após
as 24
linhas de Round-robin,
prevalecerão as médias sem bônus.
Permanecendo o empate, valerão as melhores partidas dentre os empatados.
Este segundo critério será usado para desempatar nas divisões que não
forem disputadas no sistema Round-robin;
k) Se um atleta jogar em duas divisões de
um mesmo evento, seu resultado,
para efeito de
ranking, será o da competição que disputar primeiro;
l) Um
atleta que esteja classificado para disputar a primeira divisão adulta e
que tenha condições de jogar também a divisão juvenil ou a sênior,
somente poderá participar dessas outras divisões se as mesmas foram
disputadas depois da competição adulta. Caso contrário, terá que optar
por uma das duas competições;
m) Serão premiados os 3 primeiros colocados em cada divisão,
além das melhores partidas e séries.
CAPÍTULO 3. CAMPEONATO BRASILEIRO DE SELEÇÕES E TAÇA BRASIL
a) Será disputado em seis modalidades
(desde que haja inscrições suficientes): Seleções Masculinas adultas,
Seleções Femininas adultas, Seleções Masculinas juvenis, Seleções
Femininas juvenis, Taça Brasil de Seleções Masculinas e Taça Brasil de
Seleções Femininas;
b) Também será disputada, paralelamente, a
Taça Brasil de Tercetos, (masculinos, femininos, mistos ou seniors), os
quais poderão inclusive ser formados por atletas de Federações
diferentes e até mesmo por jogadores avulsos;
c) As seleções principais (masculinas e
femininas) e as da Taça Brasil de Seleções Masculinas serão formadas
por seis atletas cada e jogam individual, duplas, tercetos e quintetos. As
equipes das demais modalidades das competições de seleções serão
formadas por 3 atletas, e jogam individual, duplas e tercetos (12 linhas);
d) Na fase de quintetos das seleções
principais e da Taça Brasil de Seleções Masculinas, e na de duplas das
demais modalidades, não serão computados,
por partida, os
piores resultados obtidos pelos jogadores de cada equipe;
e) As categorias feminina, mista e senior
da Taça Brasil de Tercetos terão premiação separada somente se tiverem
4 ou mais equipes disputando a competição. Caso contrário, concorrerão
à mesma premiação dos Tercetos masculinos. Individualmente, caso haja
mais de 8 atletas inscritos pertencentes às categorias feminina, senior
ou juvenil (ou mesmo infanto-juvenil), estes poderão receber premiação
separada, independente da categoria em que estejam jogando;
f) Um estado
só poderá jogar a Taça Brasil de Seleções Masculina se também
participar do Campeonato Brasileiro de Seleções Masculinas. A exceção
será o caso em que um estado novo seja convidado pela CBBOL para
participar somente da Taça Brasil, em função de indisponibilidade de
pistas no Brasileiro de Seleções, ou por
qualquer outro motivo a critério da CBBOL;
g)
Da
mesma forma, um estado que não esteja participando das competições
principais (seleções), não poderá inscrever tercetos que tenham um número
de atletas que permitiriam ao mesmo participar daquelas competições;
h)
Patrocínios
individuais de atletas somente serão permitidos se não descaracterizarem
o uniforme, a critério do Diretor Técnico;
i) Cada
fase será disputada em seis partidas, com três atletas por pista.
Na fase individual, deverão ser escalados pela organização até dois
atletas de uma mesma Federação em um mesmo par de pistas. Na fase de
duplas, um par de pistas deverá ter três duplas de estados diferentes,
se possível. Na fase de tercetos, dois tercetos de estados diferentes no
par. Na fase de quintetos, cada Federação ocupará um par de pistas. Nas
competições de equipes de três atletas, cada equipe ocupará uma pista;
j) A Taça Brasil de Tercetos será jogada
separadamente dos demais eventos, ocupando o restante de pistas disponíveis
do boliche, com três atletas por pista, no sistema all-events de 24
partidas;
k) Em cada fase será declarado um campeão e
premiados os classificados até o 3º lugar, à exceção da Taça Brasil
de Tercetos, em que os campeões serão aqueles que derrubarem mais pinos
nas 24 partidas;
l) Em cada competição também serão
premiados os atletas que fizerem as melhores partidas e as melhores séries,
além da premiação dos cinco melhores
do all-events;
m) Será declarada campeã a Federação
que, em cada competição conseguir o maior número de pontos ganhos
segundo a tabela abaixo. As três primeiras colocadas receberão premiação;
n) Substituições de atletas deverão
seguir a regra 402 da FIQ;
o) Para efeito de premiação, os desempates
em cada fase serão resolvidos pelas melhores partidas dos empatados
dentro da fase em causa. Para
efeito de pontuação, os empatados dividirão os pontos previstos na
tabela. Eventuais empates na pontuação final por Federação serão
resolvidos pela classificação dos empatados na fase de quintetos;
p) nenhum atleta poderá jogar em duas divisões ou categorias
distintas do evento;
q) As Federações poderão inscrever mais de uma equipe juvenil
(masculina ou feminina) no Campeonato Brasileiro de Seleções Juvenis.
Caso tenhamos 4 ou mais Federações nessa situação, será criada a Taça
Brasil de Seleções Juvenis, com premiação separada. Caso tenhamos
menos de 4, todas as equipes inscritas disputarão o mesmo evento.
r) Será a seguinte a tabela de pontuação
dos diversos eventos (o all-events é individual):
|
EVENTOS
|
1.º
|
2.º
|
3.º
|
4.º
|
5.º
|
6.º
|
7.º
|
8.º
|
9.º
|
10.º
|
|
individual
|
60
|
36
|
24
|
18
|
12
|
6
|
4
|
3
|
2
|
1
|
|
duplas
|
120
|
72
|
48
|
36
|
24
|
12
|
8
|
6
|
4
|
2
|
|
tercetos
|
180
|
108
|
72
|
54
|
36
|
18
|
12
|
9
|
6
|
3
|
|
quintetos
|
300
|
180
|
120
|
90
|
60
|
30
|
20
|
15
|
10
|
5
|
|
all-events
|
170
|
102
|
68
|
51
|
32
|
16
|
10
|
6
|
4
|
2
|
TÍTULO
V - ANEXOS
CAPÍTULO
1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ATUAL
a) A Sede oficial da
CBBOL localiza-se no Rio de Janeiro,
b) A CBBOL está vinculada ao Comitê Olímpico
Brasileiro, à Confederação Sul-americana
de Bolos e à Fédération
Internationale des Quilleurs - FIQ - WTBA - Zona Americana, estando
em dia com todas as taxas exigidas, o que habilita o Brasil a
participar de todas as competições internacionais oficiais;
c) A conta corrente bancária da
CBBOL está aberta no
Bamerindus (399), agência Olegário
Maciel (1609), conta nº 02083-46, no Rio de Janeiro. A CBBOL também
tem uma conta no Banco do Brasil, específica para receber recursos do
INDESP (Ag. 1253-X, c/c 5082-2);
d) É a seguinte a relação da primeira
Diretoria eleita na fundação da CBBOL:
Márcio Antonio Vieira - Presidente
Marco Aurélio Arêas - Vice-presidente
Lúcia Vieira - Secretária Geral
Mário Tavares - Diretor Financeiro
Paulo Feijó - Diretor Jurídico
A diretoria técnica não teve titular
designado.
e) É a seguinte a Diretoria que
administrará a CBBOL até o ano 2004:
Presidente – Geraldo Cesar Maciel;
Vice-presidente – Flávio José Ramalho;
Secretário Geral – Marco Aurélio
Tavares Arêas;
Diretor Jurídico – Aristides Junqueira
Alvarenga;
Diretor Técnico – Benigno José Villa;
Diretor de Comunicação e Marketing: ainda
não nomeado.
f)
É
a seguinte a relação dos membros eleitos para o Conselho Fiscal da CBBOL:
. membros titulares: José Júlio
de Oliveira Neto, Valdecir Montti e Renato José Senra Castellões;
. membro suplente: Fernando
Vasconcelos M de Castro Neto, Edson Suartz e Mary Huggins Ministério.
g)
Os
membros do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBBOL foram todos
exonerados pela Lei 9.615 de 28 de março de 1998. Os novos membros serão
nomeados tão logo tenhamos condições operacionais para tal.
h) É a seguinte a relação dos Presidentes
das Federações Estaduais (em dez/2000):
SP (011): Júlio Abraão – 5572-3531
(fax); 3932-8418 (fone); julioabraao@uol.com.br
RJ (021):
Antonio (Toninho) Carvalho – 719-4154 (fax e fone); kito@ccard.com.br
ES (027): Cairo Ottaiano - 235-1208 (fax e
fone); acimex@zaz.com.br
MG (031): Décio Abreu – 415-7382 (fax);
415-7535 (fone); bolichedelrey@uol.com.br
PR (041): Airton Túlio – 272-9505
(fone); fprb@onda.com.br
SC (048): Almir Wiese – 247-2424 (fax);
247-3149 (fone); dido@timao.com.br
RS (051): Luiz Biondi – 343-7554 (fone);
rsf2249@pro.via-rs.com.br
DF (061): Augusto Galvão – 321-7917
(fax); 9976-6403 (fone); augusto.galvao@transportes.gov.br
GO (062): Oswaldo Júnior – 293-6000 (fax); 297-2200 (fone);
fegobol@hotmail.com
MT (065): Lutero Ponce de Arruda - 624-5822
(fax); 624-8785 (fone); immeq@zaz.com.br
MS (067): Clair Smaniotto - 724-1029 (fax e
fone); estabil@zaz.com.br
BA (071): Fábio Ribeiro - 377-0007 (fax);
252-0000 (fone); frr@svn.com.br
PE (081): Márcio de Pace
– 423-3611 (fone e fax); dipace@hotlink.com.br
PA (091): Germano Leão –
243-6223 (fax); 226-6215 (fone); fepabol@mailbr.com.br
CAPÍTULO 2. CALENDÁRIO PARA 2001
Com
relação ao calendário nacional abaixo, ficou decidido em Assembléia
que novos eventos, que tenham a pretensão de serem homologados, além de
terem que obedecer às regras de homologação previstas nesta NORMABOL,
somente poderão ser incluídos em condições de concorrerem para o mesmo
ranking, com outros que já constem do mesmo mês ou com o evento mais próximo,
e desde que as datas não sejam absolutamente coincidentes. Os três
Campeonatos Brasileiros não poderão ter eventos concorrentes.
a)
Eventos Internacionais (os que não têm datas específicas dependem de
confirmação):
. I Campeonato FIQ Sênior: Reno, Nevada, Estados Unidos –
07 a
14 de janeiro
. I Campeonato do Mercosul: Montevidéu ou Buenos Aires –
data a determinar
. III Sul-americano de Clubes: Lima, Peru – junho
. Jogos Mundiais Juvenis da Amizade – Orlando, USA, 27 de
junho a 01 de julho;
. Torneio das Américas: Miami, EUA:
16 a
26 de agosto
. Copa Mundial AMF: Pattaya, Tailândia – 04 a
10 de outubro
. Campeonato Interamericano adulto: Buenos Aires, Argentina –
outubro
. II Ebonite Open: São Paulo – novembro
b)
Eventos nacionais da CBBOL (locais a definir):
. Brasileiro de Clubes: 12 a
15 de abril
. Brasileiro Individual: 26 a
29 de julho
. Brasileiro de Seleções: 13 a
16 de dezembro
c)
Outros
eventos nacionais (datas disponíveis para as Taças regionais):
. calendário a ser discutido durante o
ano.
d) Eliminatórias para a Copa AMF: julho ou
agosto - a ser divulgado pelos organizadores
e) Dia do Desporto (instituído pela Lei
9.615/98):
. 23 de junho, coincidindo com o Dia Mundial do Desporto Olímpico
f) Semana Olímpica (criada pelo Comitê Olímpico
Brasileiro a partir do ano de 98):
.
19 a
26 de julho
g)
Dia Internacional do Boliche
. 10 de outubro
h) Premiação dos melhores do esporte
(evento do COB):
. data a ser definida
CAPÍTULO
3. CONVOCAÇÕES PARA 2001
A CBBOL está criando o Circuito de Convocação, o qual será
a base para todas as convocações do ano.
Obs.
1: qualquer mudança na data original de um evento implicará na
imediata desconvocação de todos os atletas eventualmente convocados. A
CBBOL providenciará uma nova convocação em função das novas datas.
Obs.
2: somente brasileiros natos, naturalizados ou que possuam os mesmos
direitos políticos e civis dos brasileiros podem integrar seleções
nacionais em eventos internacionais, salvo se o regulamento da competição
tiver outra regra a respeito do assunto.
CAPÍTULO 4. REGULAMENTO
DE TAXAS PARA 2001
a) Semestralidade de atleta: R$ 20,00
(atletas nascidos de 1987 em diante estão isentos dessa taxa em 2001);
b) Multa
sobre semestralidade atrasada de atleta: 50% do valor devido, acumulando o
mesmo percentual sobre o valor principal a cada semestre vencido;
c) Semestralidade de atleta avulso de outro
país ou de estado onde não haja Federação: R$ 50,00;
d) Semestralidade de atleta avulso de estado
onde haja Federação, mas que nunca tenha sido filiado à mesma: R$
50,00;
e) Semestralidade de atleta avulso de
estado onde haja Federação: R$ 150,00 (R$ 50,00 reverterão para a
Federação do Estado);
f) Anuidade de Clube avulso: R$ 200,00;
g) Anuidade de Federação: R$ 300,00;
h) Filiação de nova Federação: R$
300,00;
i) Multa por abandono de competição da
CBBOL: valor da inscrição no evento (no mínimo R$ 100,00);
j) Multa por ausência em evento da CBBOL
depois da confirmação: valor da inscrição no evento (no mínimo R$
100,00);
k) Taxa de homologação de eventos
estaduais e regionais: calculada à razão de 10 % sobre o valor da inscrição
cobrada de cada participante;
l) Transferência interestadual de atleta,
de qualquer tipo: R$ 100,00 para a primeira transferência no ano,
duplicando o valor a cada nova transferência no período. As refiliações
não terão taxas;
m) Inscrição em evento de atleta
transferido temporariamente:
. para o primeiro inscrito: valor normal da
inscrição;
. para o segundo inscrito nos Brasileiros
de Seleções e de Clubes, e na Taça Brasil de Seleções masculinas:
dobro do valor da inscrição normal, sendo o total mínimo de R$ 200,00;
. para o segundo inscrito nos Campeonatos
Brasileiros de Seleções e Clubes juvenis e nas Taças Brasil de Seleções
femininas e de Clubes, e para o terceiro inscrito nos demais eventos:
quatro vezes o valor da inscrição (mínimo de R$ 400,00).
|